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Saúde

Covid-19: Conass aponta 679 novas mortes e 15.654 novos casos

Redação Informe 360

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A atualização o Conselho Nacional de Secretarias Estaduais de Saúde (Conass) divulgada na noite desta segunda-feira (8) apontou 679 novas mortes e 15.564 novos casos de covid-19 nas últimas 24h. Com esses acréscimos às estatísticas, o país chegou a 37.134 falecimentos em função da pandemia do novo coronavírus e 707.412 pessoas infectadas, segundo o conselho. No site, o local com o número de pacientes recuperados ainda aparece “em construção”.

Ontem, o número de casos confirmados registrados pela entidade estava em 680.456. Já as mortes em decorrência da doença somavam 36.151.

Os estados com maior número de óbitos são São Paulo (9.188), Rio de Janeiro (6.781), Ceará (4.120), Pará (3.772) e Pernambuco (3.350). Ainda figuram entres os com altos índices de vítimas fatais em função da pandemia Amazonas (2.271), Maranhão (1.247), Bahia (901), Espírito Santo (871), Alagoas (601) e Minas Gerais (380).

O balanço do conselho (batizado de Painel Conass) foi criado no fim de semana após o Ministério da Saúde mudar sua dinâmica de divulgação dos dados sobre a pandemia. Até a semana passada, a pasta consolidava os dados das secretarias estaduais no início da noite.

A pasta passou a divulgar o balanço cada vez mais tarde (por volta de 22h) e parou de informar o total de casos, anunciando um novo método de anunciar sua consolidação hoje. As mudanças foram objeto de questionamento do Ministério Público Federal. Fonte: AgenciaBrasil Edição: Bruna Saniele

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Saúde

Produto à base de nicotina tem deixado jogadores de futebol viciados

Redação Informe 360

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Os jogadores de futebol são atletas de alta performance. Por isso, é impensável que eles consumam produtos maléficos à saúde. No entanto, uma alternativa ao cigarro está ganhando cada vez mais espaço, principalmente no futebol inglês.

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Epidemia no futebol inglês

  • Especialistas já falam em uma epidemia de snus na riquíssima Premier League, a liga de futebol inglesa.
  • O produto é feito de tabaco e contém nicotina.
  • Ele é embalado em sachês, como se fosse chá, e pode trazer diversos sabores.
  • A pessoa coloca a peça entre o lábio superior da boca e a linha das gengivas. 
  • Diversos jogadores já foram flagrados usando o produto, inclusive no banco de reservas, durante as partidas.
  • O snus não é proibido, mas esta alternativa ao cigarro pode causar problemas à saúde.

Risco de câncer e problemas cardiovasculares

Um estudo publicado na revista Biology of Sport aponta que a quantidade de nicotina presente num sachê de snus é comparável a um cigarro (15mg por produto), mas leva a uma concentração maior de nicotina no plasma do sangue.

Segundo especialistas, as bolsas na gengiva podem afetar a saúde bucal, com recessão gengival e cárie. Além disso, consumidores regulares têm mais riscos de desenvolver câncer de esôfago e do pâncreas, assim como problemas cardiovasculares.

Apesar dos problemas à saúde, relatos de profissionais do futebol dão conta que o uso do snus está cada vez mais comum na Europa, especialmente na Inglaterra. Mark Gillespie, goleiro do elenco do Newcastle, já foi flagrado usando o produto durante a transmissão de um jogo contra o Liverpool, em abril de 2022. Situação parecida viveu o atacante Bertrand Traoré, então no Aston Villa, em fevereiro de 2023. 

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O atacante Jamie Vardy, do Leicester, foi fotografado uma vez com um pacote na mão, quando estava com a seleção da Inglaterra na Eurocopa de 2016. Ele escreveu em sua autobiografia que o público ficaria “surpreso” com o quão comum é o snus no futebol. O jogador anunciou em 2018 que estava livre do vício.

Uma reportagem do The Athletic, de março do ano passado, revelou que um jogador inglês de “alto nível” era “totalmente dependente de snus”. A matéria também trouxe relatos da venda do produto para menores de idade na categoria de base de um clube da terceira divisão. A publicação menciona o uso nos vestiários do Manchester City e do United.

Em meio a este cenário, a Associação de Jogadores Profissionais da Inglaterra (PFA) acertou, no ano passado, a realização de um estudo com a Universidade de Loughborough sobre o uso de snus no país, no futebol masculino e no feminino. 

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Já a federação de futebol da Inglaterra (FA), responsável pela regulação das substâncias no esporte, observou que o produto não é ilegal e que “não pode impedir os jogadores de usá-lo”. A entidade, no entanto, diz não aconselha o consumo devido aos riscos para a saúde.

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Saúde

Casos de síndrome respiratória atingem crianças de até 4 anos no Rio

Redação Informe 360

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Os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e Vírus Respiratório, divulgados nesta quarta-feira (22) pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-RJ), mostram que as internações por SRAG não causadas por covid-19 estão em alta, atingindo principalmente as crianças com até 4 anos. A análise estima que o número de internações seja ainda maior quando levados em consideração os casos que não foram registrados no sistema. O Panorama SRAG analisou as semanas epidemiológicas que correspondem ao período entre 21 de abril e 11 de maio.

A equipe de Vigilância do Centro de Inteligência em Saúde utiliza um modelo estatístico chamado nowcasting, que leva em consideração os casos com atraso de notificação para estimar o total esperado para um determinado período. A estimativa para a semana epidemiológica (SE) 17 foi 519 casos, com 406 já registrados no sistema; para a (SES-RJ) 18, a estimativa foi 540 casos, com 343 já registrados; para a SE 19, o modelo apontou 505 casos estimados, com 277 registrados.

“É um momento de alerta e atenção redobrada. Embora o número de registros não ultrapasse o limite máximo de casos esperados para o momento, o modelo nowcasting indica que podemos estar perto deste limite, que chamamos de canal endêmico. É importante que a população se vacine contra a Influenza, que é um dos principais vírus que levam aos casos graves de síndrome respiratória”, alerta Luciane Velasque, superintendente de Informação Estratégica em Vigilância em Saúde da secretaria.

Análise

O programa também analisa os tipos de vírus que predominam nas diversas faixas etárias dos pacientes internados e as solicitações de leitos feitas por meio do Sistema Estadual de Regulação. As crianças com idade até 4 anos seguem como a faixa etária com maior número de internações. Entre elas, os principais agentes infecciosos são o Vírus Sincicial Respiratório (34,96%) e o Rinovírus (17,55%). Entretanto, as solicitações de leitos para este público estão em queda, passando de 304 na semana epidemiológica 17,  para 292 na semana 18, e chegando a  250 na semana 19.

Para quem tem 80 anos ou mais o percentual de internações por SRAG também está em declínio, com a permanência do vírus Influenza do tipo A (14,39%) e do Rinovírus (14,05%).

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Edição: Valéria Aguiar

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Saúde

Dengue: Brasil ultrapassa marca de 5 milhões de casos em 2024

Redação Informe 360

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A situação alarmante da dengue no Brasil ganhou um novo marco. O país atingiu o registro de 5.100.766 casos prováveis da doença, o que já é o novo recorde desde o início da série histórica, em 2000. O número é mais do que o triplo do registrado em todo o ano de 2023. A gravidade da situação também é refletida no número de mortes, com 2.827 óbitos confirmados e 2.712 ainda sob investigação.

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Segundo dados do Ministério da Saúde, a taxa de letalidade em casos leves está em 0,06%. Já em casos graves é de preocupantes 4,83%. Os números revelam que a faixa etária mais afetada é a de 20 a 29 anos, seguida pelas faixas de 30 a 39, 40 a 49 e 50 a 59 anos. As crianças menores de um ano, juntamente com pessoas acima dos 80 anos, formam os grupos menos atingidos. Além disso, 55% dos casos são em mulheres.

O mapa da dengue no Brasil

Minas Gerais lidera em número absoluto de casos, com 1.431.174 infecções, seguido por São Paulo e Paraná. Ao se considerar o coeficiente de incidência, que é o número de casos por 100 mil habitantes, o Distrito Federal tem o maior índice: 9.037, seguido por Minas Gerais com 6.968. Em contrapartida, estados da região norte e nordeste – como Roraima, Ceará, Sergipe e Maranhão – apresentam as menores taxas.

Imagem: Vinicius R. Souza/Shutterstock

O surto de dengue em 2024 superou as expectativas do Ministério da Saúde, que inicialmente havia estimado 4,2 milhões de casos até dezembro. Áreas urbanas com grandes populações, como São Paulo, Rio de Janeiro e Vitória estão entre as mais afetadas.

O histórico da doença no Brasil mostra que os surtos de dengue têm se intensificado ao longo dos anos, com 2024 registrando o maior número de casos e mortes já visto.

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Casos de dengue por ano desde 2010

  • 2010 – 1.011.548
  • 2011 – 739.370
  • 2012 – 589.591
  • 2013 – 1.454.871
  • 2014 – 589.107
  • 2015 – 1.688.688
  • 2016 – 1.483.623
  • 2017 – 239.389
  • 2018 – 262.594
  • 2019 – 1.545.462
  • 2020 – 948.533
  • 2021 – 531.922
  • 2022 – 1.420.259
  • 2023 – 1.658.816

Sintomas da dengue

Os primeiros sintomas da dengue são febre alta, dores no corpo e atrás dos olhos, vermelhidão na pele e fadiga. Eles começam, em média, cinco dias após a picada do mosquito, período chamado de incubação, e podem durar de dois a sete dias.

vacina da dengue
Imagem: shutterstock/chemical industry

Nessa fase, a doença é classificada como dengue clássica ou dengue sem sinais de alerta e pode ser controlada com hidratação intensa e medicações como dipirona ou paracetamol para controlar a dor (o Instituto Butantan listou remédios remédios para tomar e evitar em caso de dengue).

Outros sintomas podem surgir na sequência, principalmente quando a febre cessa por volta do quinto dia. Essa é a fase da dengue com sinais de alerta, nome dado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) por indicar gravidade do quadro clínico. Nesse momento, é importante ter acompanhamento médico.

Na dengue grave, a que mais preocupa, ocorre maior reação inflamatória sistêmica, que altera a coagulação do sangue e acarreta a perda de líquidos. Essa fase geralmente precisa de internação hospitalar.

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