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Medo da Super IA Faz Estudantes Abandonarem Harvard

Redação Informe 360

Publicado

no

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Quando Alice Blair ingressou no MIT (Massachusetts Institute of Technology) como caloura em 2023, estava empolgada para cursar ciência da computação e conhecer outras pessoas preocupadas em garantir que a inteligência artificial fosse desenvolvida de forma benéfica para a humanidade.

Agora, ela está em uma licença permanente, apavorada com a possibilidade do surgimento da chamada “inteligência artificial geral” (AGI, na sigla em inglês) levar ao fim da raça humana. AGI é uma IA hipotética que poderia desempenhar várias funções tão bem quanto seres humanos. “Me preocupei com a possibilidade de não estar viva para me formar por causa da AGI”, disse Blair, que é de Berkeley, na Califórnia. “Acredito que, na grande maioria dos cenários, do jeito que estamos caminhando em direção à AGI, o resultado será a extinção da humanidade.”

Ela conseguiu um trabalho como redatora técnica no Center for AI Safety, uma organização sem fins lucrativos voltada à pesquisa sobre segurança em IA, onde colabora com boletins informativos e artigos científicos. Blair não pretende voltar ao MIT. “Acho que meu futuro está no mundo real.”

E ela não está sozinha. Outros estudantes também estão assustados com o impacto devastador que a IA pode causar no futuro da humanidade, caso se torne senciente e decida que os humanos são um obstáculo.

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Riscos do avanço da IA

Segundo um relatório encomendado pelo Departamento de Estado dos EUA em 2024, há um risco real de eventos em nível de extinção, dada a velocidade com que a IA está sendo desenvolvida. Iniciativas para criar salvaguardas contra esse cenário cresceram exponencialmente nos últimos anos, tanto em ONGs financiadas por bilionários – como o próprio Center for AI Safety – quanto em empresas como a Anthropic.
Muitos pesquisadores discordam dessa visão. “A extinção da humanidade parece extremamente improvável”, disse à Forbes Gary Marcus, professor emérito da Universidade de Nova York que estuda a intersecção entre psicologia e IA. “Mas trabalhar com segurança em IA é algo nobre, e há pouquíssimo trabalho atual que forneça respostas.”

Mesmo assim, o campo da segurança em IA e a promessa de evitar os piores efeitos dessa tecnologia têm levado jovens a abandonar a universidade. Adam Kaufman, estudante de física e ciência da computação, deixou a Universidade de Harvard no final do ano passado para trabalhar em tempo integral na Redwood Research, uma ONG que estuda sistemas de IA enganosos que poderiam agir contra os interesses humanos.

“Estou bastante preocupado com os riscos e acho que o mais importante agora é trabalhar para mitigá-los”, disse Kaufman. “E, de forma mais egoísta, acho tudo isso muito interessante. Trabalho com as pessoas mais inteligentes que já conheci, em problemas super relevantes.”
Seu irmão, seu colega de quarto e sua namorada também trancaram a matrícula em Harvard – todos agora trabalham na OpenAI.

A inteligência artificial vai roubar o seu emprego?

Outros estudantes têm medo da AGI não pela possibilidade de destruição da humanidade, mas por representar uma ameaça às suas carreiras antes mesmo que elas comecem. Metade dos 326 alunos de Harvard entrevistados por uma pesquisa da associação estudantil e do clube de segurança em IA da universidade disseram estar preocupados com o impacto da IA no mercado de trabalho.

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“Se sua carreira pode ser automatizada até o fim dessa década, cada ano na faculdade é um ano a menos de uma carreira já curta”, afirmou Nikola Jurković, que se formou em Harvard em maio e liderava a área de preparação para inteligência artificial geral no grupo estudantil. “Acredito pessoalmente que a AGI pode surgir em cerca de quatro anos e que a automação total da economia pode acontecer em cinco ou seis.”

Algumas empresas estão promovendo demissões em massa. Outras estão contratando menos estagiários e recém-formados porque a IA consegue executar muitas dessas funções. O CEO da Anthropic, Dario Amodei, alertou que a IA pode eliminar metade dos empregos de nível inicial no setor corporativo e fazer a taxa de desemprego subir para 20% nos próximos anos.

Estudantes temem que essa transformação se acelere drasticamente quando a AGI de fato surgir, embora não haja consenso sobre quando isso acontecerá. O CEO da OpenAI, Sam Altman, acredita que ela será desenvolvida antes de 2029. Já Demis Hassabis, CEO do Google DeepMind, estima que isso ocorrerá entre cinco e dez anos. Jurković acha que pode ser antes: ele coassinou uma previsão de cronograma para o AI Futures Project, que projeta a automação da maioria dos empregos administrativos e corporativos até 2030.

Outros especialistas discordam. “É extremamente improvável que a AGI surja nos próximos cinco anos”, afirmou Marcus. “É apenas marketing dizer o contrário, quando ainda há tantos problemas centrais — como alucinações e erros de raciocínio — não resolvidos.” Ele destacou que, até agora, despejar mais dados e poder computacional nos modelos não foi suficiente para torná-los tão sofisticados quanto os humanos.

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Jovens abandonam a universidade para empreender

Enquanto continuam as incertezas sobre quando a AGI vai chegar — e sobre o valor de um diploma universitário num mundo transformado pela inteligência artificial —, muitos estudantes estão com pressa de iniciar suas carreiras, temendo que logo seja tarde demais.

Esse movimento tem levado diversos alunos a largar a faculdade para abrir suas próprias empresas. Desde 2023, vários deixaram os estudos para se lançar na corrida da IA, inspirados por histórias de sucesso como as de Altman e Mark Zuckerberg, CEO da Meta.

Michael Truell, CEO da Anysphere, hoje com 24 anos, e Brendan Foody, CEO da Mercor, com 22, abandonaram o MIT e a Universidade de Georgetown, respectivamente, para tocar suas startups. A Anysphere foi avaliada recentemente em US$ 9,9 bilhões, enquanto a Mercor já levantou mais de US$ 100 milhões.

Com a AGI ameaçando substituir o trabalho humano por completo, muitos jovens enxergam uma corrida contra o tempo, além de uma grande oportunidade.

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Jared Mantell estudava economia e ciência da computação na Universidade Washington antes de abandonar os estudos para se dedicar integralmente à sua startup, a dashCrystal, que busca automatizar o design de eletrônicos. A empresa já arrecadou mais de US$ 800 mil, com uma avaliação próxima de US$ 20 milhões.

Largar a faculdade, no entanto, significa abrir mão dos benefícios de um diploma. De acordo com o Pew Research Center, jovens adultos com diploma de bacharel ou mais ganham, em média, pelo menos US$ 20 mil a mais por ano do que aqueles sem diploma. E num mundo onde os empregos de entrada estão sendo substituídos pela IA, não ter uma graduação pode limitar ainda mais as oportunidades para os mais jovens.

Até o cofundador da Y Combinator — uma das aceleradoras de startups mais conhecidas por investir em fundadores que largaram a faculdade — acredita que os estudantes devem permanecer na universidade. “Não largue a faculdade para abrir uma startup ou trabalhar em uma”, escreveu Paul Graham no X (antigo Twitter), em julho. “Outras (e provavelmente melhores) oportunidades vão surgir. Mas os anos da faculdade não voltam.”

Alice Blair reconhece que deixar os estudos não é para todo mundo. “É muito difícil e desgastante abandonar a faculdade cedo e conseguir um emprego”, afirmou. “Só recomendaria isso para pessoas extremamente resilientes, que sintam que já foram devidamente preparadas pela faculdade para trabalhar.”

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*Victoria Feng é colaboradora da Forbes US. Ela é estagiária na editoria de tecnologia e inovação. Estuda na Universidade da Pensilvânia e já atuou como estagiária na ABC News e na NBC News.

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Geração Z Investe em Habilidades de IA para Ampliar Seu Potencial de Ganhos

Redação Informe 360

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Para a ex-gerente de produto da Microsoft Mariana Antaya, de 25 anos, ter domínio da inteligência artificial é uma das habilidades mais importantes para ampliar seu potencial de ganhos. “A quantidade de coisas e tarefas que consigo fazer, e a velocidade com que consigo realizá-las, aumenta e eleva, no fim das contas, a maneira como posso criar valor para outras pessoas e para os acionistas”, afirma a empreendedora de Nova York. Sua fintech, a quantifAI, ajuda usuários a criar e testar modelos confiáveis de aprendizado de máquina.

Mariana aprendeu os fundamentos de IA na universidade, onde estudou matemática e ciência da computação. Ela começou a utilizar modelos de linguagem de grande escala, como o ChatGPT, assim que surgiram, usando-os para prever resultados de corridas de Fórmula 1 ou antecipar qual time venceria a Premier League. Seu principal uso da tecnologia, no entanto, foi na programação.

Depois de se formar, em 2023, ela se candidatou a dezenas de vagas no setor de tecnologia — incluindo posições em gestão, engenharia de software e design — antes de conseguir um estágio na Microsoft, onde trabalhou com recursos de voz e, posteriormente, desenvolveu estruturas e ferramentas de avaliação para modelos de IA de voz.

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Hoje, Mariana desenvolve produtos voltados para IA e compartilha com seus seguidores nas redes sociais como os criou — habilidades que, segundo ela, têm mais valor do que credenciais por si só.

“Se você tem uma prova concreta do que construiu e consegue publicá-la online, outras pessoas podem enxergá-la como uma evidência útil do que você é capaz de fazer”, afirma. “Isso vale muito mais do que qualquer tipo de certificado.”

Hoje, usa IA para agendar tarefas, elaborar respostas para todos os e-mails que recebe, analisar grandes volumes de dados e coletar métricas de webinars no Zoom. Saber usar a tecnologia fará com que você se torne indispensável, diz ela. “Foi isso que eu fiz. E, honestamente, isso me levou a muito mais oportunidades do que eu jamais poderia ter imaginado.”

IA e Geração Z

Em comparação com as gerações mais velhas, os jovens tendem a estar mais entusiasmados com o impacto que a IA terá em suas carreiras. Uma pesquisa da PwC de 2025 com mais de 2 mil jovens profissionais no Reino Unido mostrou que 67% da Geração Z espera que a IA aumente sua produtividade, enquanto quase metade acredita que a tecnologia elevará seus salários e sua segurança no emprego.

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Matthew Chancey, planejador financeiro certificado e fundador da Tax Alpha Companies, afirma que treinamentos gratuitos em IA podem oferecer um valor significativo para os profissionais. “Conteúdos que antes ficavam atrás de uma barreira de pagamento agora são gratuitos e, muitas vezes, publicados pelas próprias empresas que desenvolvem as ferramentas”, diz.

Ao avaliar um curso, ele recomenda verificar quem o criou, se o conteúdo está atualizado e, principalmente, se o treinamento resulta em um projeto concluído, em vez de apenas um questionário.

Para quem decide pagar por uma capacitação, Matthew recomenda verificar primeiro se o empregador pode arcar com o custo, observando que muitas empresas oferecem esse tipo de benefício, embora os funcionários raramente aproveitem a oportunidade.

Como desenvolver habilidades em IA

Invista tempo antes de gastar dinheiro. Aprimorar suas habilidades em IA pode ser um investimento de longo prazo na carreira, e o tempo muitas vezes pode ser mais valioso do que as mensalidades ou taxas de cursos. Verifique se seu empregador oferece apoio para treinamentos ou benefícios educacionais.

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Priorize projetos em vez de certificados. Projetos práticos que melhoram processos de trabalho podem ter mais peso para os empregadores.

Transforme ganhos maiores em segurança financeira no longo prazo. Se a IA ajudar a aumentar sua renda, considere poupar ou investir o dinheiro extra antes de elevar seus gastos. Criar uma reserva de emergência, quitar dívidas e contribuir para a aposentadoria podem fortalecer sua situação financeira ao longo do tempo.

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Pela 1ª Vez, USP Está entre as 150 Melhores Universidades do Mundo

Redação Informe 360

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Pela primeira vez na história, o Brasil tem uma representante entre as 150 melhores instituições de ensino superior no THE (Times Higher Education) World University Ranking. A USP (Universidade de São Paulo) alcançou a 141ª posição na lista, considerada um dos principais levantamentos internacionais sobre educação.

Na edição do ano passado, a instituição paulista figurava entre o 201º e o 250º lugares. Com o resultado, a USP se consolida como a universidade ibero-americana mais bem avaliada do mundo.

O Brasil garantiu o seu melhor desempenho de todos os tempos e lidera na América Latina em número total de universidades classificadas, somando 58 instituições. A Unicamp (Universidade Estadual de Campinas) também registrou sua melhor marca e entrou no grupo das 350 melhores (posição 326-350). Outros destaques federais e estaduais incluem a UFRJ (no grupo 601-650) e a Unesp (651-700).

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O cenário global

O topo global segue com Estados Unidos e Reino Unido, que dominam as dez primeiras posições. A Universidade de Oxford lidera o ranking pelo 11º ano consecutivo, seguida pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e pelas universidades de Princeton e Stanford.

Para a edição de 2027, o THE avaliou 2.297 instituições de ensino superior de 118 países. A classificação é elaborada a partir de 18 indicadores de desempenho, distribuídos em cinco pilares: ensino, ambiente de pesquisa, qualidade da pesquisa, perspectiva internacional e indústria.

Confira as 10 melhores universidades do mundo

  1. University of Oxford (Reino Unido)
  2. Massachusetts Institute of Technology – MIT (Estados Unidos)
  3. Princeton University (Estados Unidos)
  4. Stanford University (Estados Unidos)
  5. University of Cambridge (Reino Unido)
  6. Harvard University (Estados Unidos)
  7. California Institute of Technology – Caltech (Estados Unidos)
  8. Imperial College London (Reino Unido)
  9. University of California, Berkeley (Estados Unidos)
  10. Yale University (Estados Unidos)

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Investimento por Aluno no Brasil É de 1/3 da Média dos Países da OCDE

Redação Informe 360

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

No Brasil, o gasto anual por aluno desde o ensino fundamental até o ensino superior foi de US$ 4.133 em 2023. O valor corresponde a cerca de um terço (30,39%) da média gasta pelos demais países avaliados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (US$ 13.601 por estudante).

Os dados divulgados na terça-feira (29) fazem parte do relatório Panorama da Educação 2026 (Education at a Glance 2026), publicado pela OCDE. O documento traça um quadro dos principais desafios de sistemas educacionais ao redor do mundo e traz dados de 50 países, incluindo o Brasil.

Na comparação dos gastos anuais por estudante, o investimento brasileiro também ficou abaixo da média de alguns países da América Latina. O Chile, por exemplo, registrou o gasto anual por estudante de US$ 5.794 e a Costa Rica, US$ 7.028/aluno. Os valores foram ajustados para neutralizar as diferenças no custo de vida entre os países.

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Investimento público

Apesar do gasto por aluno ser inferior à média dos países, o Brasil investe uma parcela maior do PIB em comparação à média da organização. Em 2023, o gasto público com educação foi de 4,5% do PIB, enquanto entre os países-membros da OCDE o patamar foi de 4%.

Em nota, o MEC (Ministério da Educação) destacou que o relatório aponta queda dos investimentos em educação ao longo de oito anos em todas as localidades. “Entre 2015 e 2023, o indicador [PIB] passou de 5,5% para 4,6% no Brasil e de 4,4% para 4,2%, na média dos países da organização com dados disponíveis para os dois anos”, diz a nota do MEC.

Ricardo Henriques, superintendente-executivo do Instituto Unibanco, entende que o gasto por aluno abaixo da média dos demais países da OCDE compromete os resultados na aprendizagem, apesar da proporção do investimento ser maior. “O Brasil já investe mais em proporção do PIB do que a média da OCDE, mas quando se traduz em gasto por aluno, ficamos em um patamar muito abaixo. Esse é um dado a ser lembrado sempre quando se cobra, de forma irrealista, que o desempenho seja igual.”

Investimento na educação

O relatório mostra também que os gastos governamentais com educação no Brasil e nos demais países tendem a aumentar conforme o nível de ensino. No Brasil, em 2023, o valor investido por aluno/ano no ensino fundamental 1 (1º ao 5º ano) foi de US$ 4.064, enquanto no fundamental 2 (6º ao 9º ano) passou para US$ 4.390. Nos países da OCDE, a média gasta por estudante do ensino fundamental1 foi de US$ 12.893; e no fundamental 2, a média alcançada foi de US$ 14.291.

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Despesas correntes

No relatório, os gastos em educação foram divididos em despesas de capital (investimentos como infraestrutura) e despesas correntes, que cobrem os custos operacionais regulares das atividades.

O Brasil tem a remuneração de pessoal docente como maior componente das despesas correntes: 75% do orçamento operacional no ensino fundamental é destinado ao salário de professores e demais profissionais da educação. O percentual fica abaixo do registrado na média dos países da OCDE (79%).

Education at a Glance 2026

O Panorama da Educação 2026 (Education at a Glance 2026) apresenta dados sobre educação de todos os países da OCDE e do Brasil, que é parceiro do programa INES (Indicators of Educational Systems). O relatório também inclui informações de membros do G20 e países em processo de adesão à OCDE, mas que não são membros do INES.

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