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Chefe ligando depois do expediente? Se for na Austrália, você não precisa atender

Redação Informe 360

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Leis similares ao projeto da Austrália já existem na França, Espanha e em outros países da União Europeia

A Austrália vai introduzir leis que garantem aos trabalhadores o direito de ignorar ligações e mensagens de seus chefes fora do horário de trabalho, sem penalidade. Empregadores que violarem a regra poderão receber multas.

Esse “direito de se desconectar” faz parte de um conjunto de mudanças nas leis de relações trabalhistas propostas pelo governo federal através de um projeto de lei. O governo afirma que essas mudanças protegerão os direitos dos trabalhadores e ajudarão a restaurar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

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Leis similares concedendo aos funcionários o direito de desligar seus dispositivos de trabalho já existem na França, Espanha e em outros países da União Europeia.

A maioria dos senadores declarou apoio à legislação, disse o Ministro do Trabalho da Austrália, Tony Burke, em um comunicado na quarta-feira (7). O objetivo é impedir que os profissionais trabalhem horas extras não remuneradas, disse ele.

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“O que estamos dizendo é que alguém que não recebe salário para trabalhar 24 horas por dia não deve ser penalizado se não estiver online e disponível 24 horas por dia”, disse o primeiro ministro Anthony Albanese.

O projeto de lei deve ser apresentado ao parlamento no final desta semana.

Alguns políticos, grupos de empregadores e líderes corporativos alertaram que a proposta do “direito a se desconectar” era um exagero, prejudicaria a tendência de trabalho flexível e impactaria a competitividade.

“Os australianos trabalham em média seis semanas de horas extras não remuneradas por ano”, afirmou o político australiano Adam Bandt, do Partido Verde.

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Isso representou mais de 92 bilhões de dólares australianos (US$ 60,13 bilhões ou R$ 299,43 bilhões) em salários não pagos, acrescentou. “Esse tempo é seu. Não do seu chefe.”

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Conheça as 10 faculdades que mais formaram bilionários nos EUA

Redação Informe 360

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As pessoas mais ricas dos Estados Unidos estudaram em faculdades de todo o país – desde pequenas escolas de artes liberais como Hobart e William Smith Colleges, onde a CEO da Fidelity Investments, Abigail Johnson, estudou história da arte, até grandes universidades públicas, como a Universidade de Indiana Bloomington, onde Mark Cuban se formou em administração.

Harvard - chensiyuan
Harvard – chensiyuan

Harvard já formou 28 bilionários

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Mas um quarto dos 813 cidadãos americanos na lista de bilionários da Forbes obtiveram seu diploma de graduação em apenas uma dúzia de universidades. Esse seleto grupo inclui duas grandes faculdades privadas da Califórnia, duas escolas estaduais e sete das oito universidades Ivy League – grupo composto por algumas das mais conceituadas instituições de ensino dos EUA. Na lista, a Universidade da Pensilvânia é, de longe, a faculdade com mais graduados bilionários, com 36 nomes, e cerca de dois terços estudaram na renomada Wharton School.

Não que você precise terminar a faculdade para ficar super-rico – basta perguntar a grandes empresários que desistiram do curso, como Mark Zuckerberg e o designer Tom Ford, ou grandes ídolos da música ou dos esportes, como Taylor Swift e LeBron James, que nem começaram o curso superior. Mas ter um diploma nessas escolas pode facilitar o processo e ajudar no networking.

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O que é preciso desenvolver para ser um líder do futuro

Redação Informe 360

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Lu Prezia
Lu Prezia

Gary A. Bolles, diretor do futuro do trabalho da Singularity University, e Ricardo Rocha, CEO da acaso, discutem os desafios enfrentados pelas lideranças

Em um mundo em constante mudança, as habilidades que garantem o sucesso hoje podem ser irrelevantes amanhã. Para navegar neste cenário dinâmico, o líder do futuro deve ter um compromisso com o Life Long Learning, a aprendizagem contínua ao longo da vida.

“Os profissionais precisam do mindset e das habilidades necessárias para liderar em meio a incertezas e mudanças constantes”, afirma Gary A. Bolles, diretor do futuro do trabalho da Singularity University e sócio da empresa de consultoria em estratégia Charrette LLC, durante o evento Teams of Tomorrow, na manhã desta quinta-feira (13).

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O encontro promovido pela Forbes e a SingularityU Brazil, na Le Cordon Bleu, em São Paulo, marcou o relançamento do programa Leading the Future, resultado de uma parceria entre as duas empresas. O curso se baseia na ideia de exponencialidade no mundo dos negócios e explora o papel dos líderes em guiar equipes e organizações em um cenário de incertezas.

“Liderança não é um cargo, é uma atitude”, diz Reynaldo Gama, CEO da HSM e da SingularityU Brazil. Por isso, segundo ele, esse programa é tão necessário e atual. “Como veículo, temos a responsabilidade de colaborar para a formação de novas lideranças”, afirma Antonio Camarotti, publisher e CEO da Forbes Brasil.

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Reynaldo Gama, CEO da HSM e da SingularityU Brazil, e Antonio Camarotti, publisher e CEO da Forbes Brasil

O programa online contém sete módulos que somam mais de 20 horas de conteúdo em diversos formatos. Durante as aulas, líderes irão se juntar a experts do mercado para entender como a tecnologia, aliada à teoria exponencial, pode ajudar diferentes setores a inovar. As inscrições podem ser feitas aqui.

Durante o evento, que reuniu líderes de recursos humanos de grandes companhias, Gary Bolles e Ricardo Rocha, CEO da startup acaso, lideraram discussões sobre o futuro do trabalho de forma colaborativa. Os especialistas trouxeram provocações, questionamentos e soluções para questões vivenciadas pelos executivos. “As pessoas estão cada vez mais desconectadas, não apenas do trabalho, mas umas das outras”, diz Rocha.

Fugindo das palestras tradicionais, o encontro teve como objetivo mostrar que, no futuro, não há espaço para hierarquias rígidas ou métodos tradicionais que, muitas vezes, bloqueiam o potencial das equipes.

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“O caminho é a colaboração”, diz Bolles, tanto em relação ao que ele chama de “tsunami da inteligência artificial” quanto no que diz respeito à chegada das novas gerações ao mundo corporativo.

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Petrobras provavelmente terá mudanças em diretoria

Redação Informe 360

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A Petrobras provavelmente terá mudanças em sua diretoria executiva até a próxima semana, afirmou a CEO da petroleira, Magda Chambriard, ao participar de um evento nesta quarta-feira com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no Rio de janeiro.

A executiva disse ainda que há uma intenção de ajustar o perfil dos diretores que estão atualmente no cargo.

Chambriard tomou posse na liderança da petroleira no mês passado, com a saída de Jean Paul Prates, após Lula ter decidido pela troca de comando na estatal.

Forbes Brasil.

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