Negócios
As 3 Lições do Livro de Taylor Swift Para Quem Quer Ser Um Líder Inovador

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Em um mundo pós-pandemia, é essencial que líderes e empresas se adaptem e inovem para responder às condições de mercado e demandas dos consumidores em constante mudança. Ninguém entende isso melhor do que a superestrela global Taylor Swift, cujo livro de memórias é um exemplo de como romper com o status quo. O lançamento de The Official Eras Tour Book, com 256 páginas que documenta sua turnê mundial, incluindo reflexões pessoais e mais de 500 fotos exclusivas dos bastidores, será na próxima terça-feira (29).
Sua decisão de lançar o próprio livro da turnê “Era’s Tour” desafiou as normas estabelecidas da indústria editorial, que sempre atuou como guardiã das oportunidades que os autores recebem e de como suas histórias são contadas. Embora a autopublicação não seja um conceito novo, a influência de Swift na cultura pop cria um precedente para que outras figuras públicas ignorem esses intermediários e controlem suas histórias.
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Dados também demonstram que priorizar a inovação e romper com normas ultrapassadas traz resultados significativos. Um estudo da Korn Ferry, empresa global de consultoria organizacional sediada em Los Angeles, mostra que empresas com diversidade acima da média geram 19% mais receita de inovação. Esse estudo reforça o papel crucial da diversidade de pensamento, cultura e experiências vividas nos resultados financeiros de uma organização. Além disso, esse estudo de 2023 informou que organizações diversas e inclusivas têm 70% mais chances de capturar novos mercados.
Essas descobertas deixam claro que a criatividade não apenas impulsiona a receita, mas também abre portas para alcançar novos mercados e públicos que antes eram inacessíveis.
Contudo, mesmo com dados consistentes mostrando a importância da inovação no ambiente de trabalho, muitas empresas ainda hesitam em dar aos seus líderes a liberdade de serem criativos. Um estudo de 2019 da Gallup, também uma empresa global de análise e consultoria, reforça essa questão, mostrando que apenas 18% dos funcionários acreditam que podem assumir riscos no trabalho para desenvolver novos serviços, produtos e soluções.
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A decisão estratégica de Swift, de apostar em si mesma e rejeitar as limitações impostas por seus stakeholders, serve como um lembrete de como os líderes devem reescrever as regras em seus setores. Confira três lições de Taylor Swift sobre como líderes podem inovar e quebrar barreiras em suas indústrias.
1. Reconheça as Regras Ultrapassadas do Seu Setor
Todo setor tem suas expectativas e práticas padrão que muitos seguem sem questionar. Identificar essas regras implícitas e aplicar suas ideias únicas para melhorá-las pode abrir novos caminhos. Por exemplo, em vez de assinar contrato com uma grande editora, Taylor Swift escolheu confiar em seu próprio conhecimento de negócios para seguir de forma independente. Esse movimento ousado mostra como aproveitar seu talento natural para construir uma audiência engajada pode transformar regras ultrapassadas em soluções inovadoras.
2. Identifique Regras que o Mantém Estagnado
Henry Ford disse certa vez: “Se você acha que pode, ou acha que não pode — você está certo.” Essa frase ilustra como nossas crenças influenciam diretamente a probabilidade de sucesso ou fracasso. As mudanças que desejamos ver em nosso setor geralmente refletem áreas nas quais podemos liderar transformações.
No entanto, as crenças limitantes que temos sobre o que é possível no nosso setor podem se tornar barreiras que nos mantêm no status quo. Taylor Swift, por exemplo, rejeitou a ideia de que alcançar sucesso significava perder autoridade artística e propriedade sobre sua música. Ela desafiou essa narrativa ao regravar seus álbuns, o que lhe permitiu recuperar o controle legal sobre seu trabalho.
3. Inove Gradualmente para Gerir Riscos
Muitas empresas enfrentam dificuldades para inovar por causa da aversão ao risco. Isso acontece quando um negócio escolhe opções conservadoras para minimizar resultados negativos. Por outro lado, a inovação incremental permite que as empresas testem novas ideias no mercado, gerenciando os riscos.
Essa abordagem foi exemplificada pela decisão de Taylor Swift de mudar do country para o pop. Embora a mudança pudesse parecer abrupta, Swift já vinha incorporando melodias de novos gêneros em álbuns anteriores. Esse tipo de mudança calculada permite que as empresas mantenham a confiança e conexão com seu público, enquanto coletam dados sobre a resposta do mercado.
O que muitos não percebem sobre a inovação é que ela começa criando espaço para a criatividade. A inovação não precisa espelhar os movimentos sensacionais de Taylor Swift para ser significativa. Na verdade, algumas das transformações mais impactantes ocorrem nos bastidores, com resultados quantificáveis ao longo do tempo.
*Topsie Vanden Bosch é colaboradora da Forbes EUA. É terapeuta em saúde mental e consultora de Inteligência Emocional e Segurança Psicológica, com um mestrado em Serviço Social. Escrevo sobre habilidades emocionais e estratégias profissionais.Escolhas do editor
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Bancos Globais Adotam Home Office no Oriente Médio em Meio À Escalada de Tensões
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Profissionais do JPMorgan e do Citigroup no Oriente Médio foram orientados a trabalhar em casa à medida que as tensões aumentam em meio à guerra aérea entre Estados Unidos e Israel contra o Irã, disseram duas fontes com conhecimento do assunto à Reuters nesta segunda-feira (2).
Ambos os bancos norte-americanos não esperam interrupções em suas operações na região, afirmaram as fontes, que pediram para não ser identificadas por se tratar de informações confidenciais. “Continuamos a adotar medidas para ajudar a manter nossos funcionários e suas famílias seguros”, disse o Citigroup em comunicado, acrescentando que possui planos de contingência para continuar atendendo os clientes.
As tensões no Oriente Médio aumentaram depois que ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã provocaram o lançamento de mísseis de retaliação por Teerã, direcionados a países do Golfo e outros aliados de Washington na região.
A Arábia Saudita fechou sua maior refinaria após ataques com drones causarem um incêndio, enquanto fortes explosões foram ouvidas em Dubai e Samha, nos Emirados Árabes Unidos, e também em Doha, capital do Catar.
Problemas localizados de energia afetaram a Amazon Web Services nos Emirados Árabes Unidos e no vizinho Bahrein após “objetos” não identificados atingirem um data center da Amazon, provocando um incêndio.
Atividade nos mercados de capitais em risco
As hostilidades levaram a uma ampla interrupção das viagens aéreas, já que grandes áreas do espaço aéreo em importantes centros do Oriente Médio permanecem fechadas, fazendo com que ações de empresas de viagens em todo o mundo caíssem.
O conflito ameaça interromper captações planejadas nos mercados de capitais e negócios transfronteiriços na região, à medida que negociadores e banqueiros reduzem viagens por preocupações com segurança e interrupções nos negócios, disseram fontes do setor.
O Standard Chartered, o Sumitomo Mitsui Financial Group, do Japão, e o Mitsubishi UFJ Financial Group pediram a seus funcionários que adiem viagens ao Oriente Médio.
O banco japonês Mizuho, que possui escritórios em Dubai e Riad, disse à Reuters que uma evacuação voluntária para seus funcionários é possível.
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100 Horas Diante das Telas? 3 Ações para Proteger Sua Saúde no Trabalho
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Profissionais que trabalham em escritório acumulam 99,2 horas de tempo de tela por semana, acima das 97 horas registradas no ano passado. Mas mesmo os que não trabalham em frente ao computador relatam quase o mesmo volume (87,6 horas por semana).
A maioria dos profissionais afirma sentir desconforto visual relacionado às telas. Entre os sintomas, olhos cansados ou doloridos, visão embaçada ou dupla e dificuldade para manter o foco após uso prolongado.
Esses dados aparecem no terceiro relatório anual Workplace Vision Health Report, uma pesquisa da empresa americana de seguro oftalmológico VSP Vision Care em parceria com a Workplace Intelligence, realizada com 800 líderes de recursos humanos e 1.200 funcionários nos Estados Unidos.
Embora o estudo foque especificamente na saúde dos olhos, o ambiente de trabalho hiperconectado de hoje também favorece lesões por esforço repetitivo, excesso de tempo sentado e a prática de não tirar férias. Cabe a você garantir que seu trabalho não esteja prejudicando sua saúde, física e mental.
Como evitar que o trabalho afete sua saúde
1. Mantenha atenção contínua e regular à sua saúde
Você sabe quanto tempo passa em frente às telas? Essa pesquisa sobre visão é um alerta específico para a saúde ocular, mas também é importante prestar atenção constante à sua saúde como um todo. Como?
Mantenha um diário de saúde
Reserve alguns minutos ao fim do dia (ou várias vezes ao dia, se possível) para registrar como está se sentindo. Avalie seu nível de energia. Identifique se há partes do corpo com dor. Observe se sua saúde mental está em baixa. Por exemplo, se tem sentido ansiedade, frustração ou sensação de sobrecarga.
Ao manter esse registro, você faz check-ins regulares consigo mesmo e pode perceber padrões de comportamento que ajudam (como se alimentar bem) ou hábitos que precisam ser mudados (como dormir pouco).
Agende check-ups de saúde para o ano
Seu diário funciona como uma lista contínua de pontos para discutir com seu médico de rotina e pode indicar se algum problema específico deve se tornar prioridade. Enquanto isso, agende consultas preventivas — como exame físico anual e limpezas dentárias. Assim, você já deixa tudo marcado e só precisa se lembrar na data programada. Você pode até criar agora um lembrete para o próximo ano, quando fará a nova rodada de agendamentos.
Programe suas férias para o ano
Além das consultas médicas, agende também seus dias de folga remunerada. Isso ajuda tanto você quanto a empresa a se planejarem com antecedência. Saber que você terá um tempo de descanso pela frente também traz motivação — especialmente se der um passo além e planejar viagens ou atividades específicas para esse período.
2. Peça ajuda à sua empresa
Algumas melhorias de saúde, como ampliar benefícios ou mudar rotinas de trabalho, exigem apoio da empresa.
Defina o que pedir
Você precisa de mais controle sobre sua agenda para poder fazer pausas quando necessário? Há benefícios específicos que a empresa não oferece? Algum tipo de treinamento (como yoga na cadeira ou exercícios para os olhos) seria útil? Não faça apenas uma lista genérica de sugestões. Pense no que é mais importante para você, avalie o que a empresa já oferece e planeje seu pedido como se fosse uma negociação.
Comece por você e sua equipe
Sugira reuniões ao ar livre (quando o clima permitir) ou reuniões caminhando, para incluir alguma atividade física. Implemente dias sem reuniões ou proponha encontros presenciais ou mesmo por telefone, sem vídeo, para reduzir o tempo de tela. Use alarmes para incluir pausas regulares: descansar os olhos, beber água ou até conversar rapidamente com colegas.
Construa o argumento financeiro para a liderança
De acordo com o Workplace Vision Health Report, um em cada quatro funcionários relata ter se afastado do trabalho devido a desconfortos associados ao uso prolongado de telas, o que representa, em média, 4,5 dias de ausência por ano.
Perder quase uma semana por colaborador é um dado concreto que você pode apresentar ao seu gestor, ao RH e à liderança sênior. Se sua jornada de bem-estar identificar outros problemas de saúde que a empresa possa enfrentar, essa perda de produtividade pode ser ainda maior.
3. Otimize seu tempo pessoal
Além de melhorar sua rotina profissional, organize seu tempo pessoal de forma estratégica para proteger sua saúde.
Escolha hobbies analógicos
Leia livros físicos ou ouça audiolivros, em vez de usar um leitor digital. Prefira um jantar colaborativo ou uma noite de jogos a uma maratona de séries. Escolha atividades que não exijam telas — como montar quebra-cabeças, dançar ou pintar. Como bônus, ter hobbies interessantes rende ótimos assuntos para entrevistas de emprego e encontros de networking.
Inclua atividade física no lazer
Assim como reuniões podem acontecer ao ar livre, encontre amigos em um parque ou museu. Dê voltas extras no mercado ou no estacionamento quando estiver resolvendo tarefas do dia a dia. Escolha um “guilty pleasure” (como rolar o feed infinitamente nas redes sociais) e permita-se fazê-lo apenas em pé — pelo menos você reduz o tempo sentado.
Agende uma meta divertida e desafiadora
Assim como programar suas férias com antecedência, planejar parte do seu tempo pessoal pode beneficiar sua saúde e ainda criar expectativa positiva. Uma corrida de 5 km no bairro (caminhando, correndo ou até em grupo) pode envolver atividade física, oportunidade de networking e contato com o ar livre.
Trabalhar como voluntário em algum projeto é outra atividade com benefícios sociais e emocionais. Escolha algo que já desperte seu interesse e marque a data, para não cair na rotina de apenas ficar em casa — ou pior, continuar trabalhando de casa.
*Caroline Ceniza-Levine é colaboradora da Forbes USA. Ela é consultora executiva, palestrante e escreve sobre tendências no mercado de trabalho.
*Matéria originalmente publicada em Forbes.com
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Volkswagen Anuncia Nova VP de Recursos Humanos
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A Volkswagen anunciou Angie Stelzer, atual diretora de recursos humanos do grupo na Argentina, como a nova vice-presidente de RH da marca no Brasil e América do Sul.
A partir de março, a executiva passa a se reportar diretamente a Ciro Possobom, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil, e a Alexander Seitz, chairman executivo da marca na América do Sul.
Angie sucede Douglas Pereira, que deixa o cargo após quatro anos para assumir como chefe de pessoas, cultura e organização da Lamborghini, na Itália.
Na Volkswagen desde 1999, a executiva construiu carreira nas áreas jurídica, corporativa e de relações governamentais. Em 2015, assumiu a diretoria de assuntos corporativos, jurídicos e públicos da Volkswagen Argentina, liderando também imprensa, relações públicas e comunicação interna. Desde 2023, passou a gerir a área de recursos humanos.
Com 30 anos de carreira, iniciou sua trajetória como advogada no Estudio Jurídico Limonta antes de ingressar no grupo. É formada em direito e administração de empresas pela Pontificia Universidad Católica Argentina.
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