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5 atualizações para fazer no seu perfil do LinkedIn neste fim de ano

Redação Informe 360

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Perfis do LinkedIn que atualizam suas habilidades têm 31 vezes mais chances de serem selecionados por recrutadores

Com uma base de mais de um bilhão de usuários, recrutadores e empresas, o LinkedIn é uma poderosa rede profissional. É visto como um “currículo virtual” e um ambiente onde podemos nos conectar com pessoas de diferentes indústrias, encontrar empregos e contratar profissionais.

Mas será que você está aproveitando todo o potencial da plataforma?

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Se você está em busca de um novo emprego em 2024 ou apenas quer ampliar sua rede de contatos, preste atenção nestes 5 itens para ter mais chances de começar o ano com oportunidades e fortalecendo seu networking.

1. Personalize a seção “Sobre mim”

Escreva uma introdução precisa, impressionante e direta para o seu perfil. Essa seção é a primeira coisa que potenciais conexões vão ver quando entrarem na sua página. Limite o texto a alguns parágrafos, destaque suas principais habilidades e adicione um endereço de e-mail para que as pessoas possam entrar em contato com você.

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Você também pode reforçar essa seção adicionando uma conquista, como um prêmio ou um resultado positivo que ajudou a conseguir no seu trabalho. Isso mostra que você está interessado em crescer mais, para além do que já conquistou este ano.

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2. Atualize seu título

A seção “título” do seu LinkedIn é composta por poucas linhas que podem ajudar a dar a outras pessoas uma ideia de quem você é, o que faz profissionalmente e em qual função você se daria bem. Seu título é uma primeira impressão do seu perfil e, dependendo das palavras-chave que você incluir nesta seção, pode chamar a atenção do seu emprego dos sonhos.

Uma ótima forma de escrever o título é mencionar o cargo que você ocupa hoje e escrever uma frase curta descrevendo a sua função. Seja específico, adapte-se ao que você procura e use palavras-chave que ajudarão os recrutadores a te encontrar. Veja um exemplo:

Fórmula: Cargo atual | Habilidades-chave e palavras-chave do setor no qual você atua

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Exemplo: Líder de SEO na empresa ABC | Impulsionando o crescimento de audiência e as estratégias digitais

3. Atualize suas habilidades

É importante atualizar a parte de habilidades do seu perfil do LinkedIn sempre que um novo ano começa ou você recebe uma promoção. Assim, você pode mostrar aos recrutadores e às suas novas conexões o quanto você está crescendo em sua carreira. Desenvolver novas habilidades é uma ótima maneira de ser notado pelas ferramentas de busca do LinkedIn. “Perfis que atualizam suas habilidades e preenchem as informações necessárias têm 31 vezes mais chances de serem selecionados por recrutadores e contratados por empresas interessadas”, diz Catherine Fisher, especialista de carreira do LinkedIn.

4. Personalize sua foto e a imagem de apresentação

Todos sabemos que as primeiras impressões são tudo, especialmente no LinkedIn. Por isso, a sua foto é importante. Foto de perfil e cabeçalho apropriados podem fazer você parecer mais profissional. Use plataformas de edição de fotos, como o Canva, para fazer montagens com suas informações e crie uma que se conecte à sua marca pessoal.

5. Coloque alertas para novas vagas de emprego

Inscreva-se para receber alertas de vagas de emprego que estejam alinhadas com seus interesses profissionais. É uma maneira útil de ver quem está contratando e como está o mercado de trabalho na sua área. Agora, o LinkedIn permite que você escolha como quer receber esses alertas, por notificação na plataforma ou por e-mail.

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*Sho Dewan é colaborador da Forbes USA. Ele é consultor de carreira, criador de conteúdo e LinkedIn Top Voice.

(Traduzido por Gabriela Guido)

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Negócios

Ex-McDonald’s vai liderar dona do Burger King no Brasil

Redação Informe 360

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O executivo Paulo Camargo, escolhido pela Zamp, master-franqueada de Burger King, Popeyes e, recentemente, Starbucks no Brasil, conforme comunicado, tem uma longa trajetória na área de foodservice. Camargo vai suceder Ariel Grunkraut, que era CEO da Zamp desde janeiro de 2023.

Paulo Camargo

Durante pouco mais de seis anos, Paulo liderou, no Brasil, a operação da Arcos Dourados, master-franqueada de McDonald’s na região. Desde 2022, Paulo era CEO da Espaçolaser e também foi membro do conselho da International Meal Company, dona de marcas como Pizza Hut e KFC.

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O executivo presidiu, de 2021 a 2022, o Instituto Foodservice Brasil. Em entrevista para a Forbes Brasil, em 2021, Paulo destacou a importância para a digitalização nos negócios. “Recursos como a capacidade de processamento de dados, aliada a uma capacidade de comunicação [que será ampliada] com o 5G e a inteligência artificial, é possível potencializar, e muito, a nossa habilidade de entender nossos clientes”, disse Camargo.

Zamp assume Starbucks no Brasil

A Zamp anunciou, na semana passada,  a compra da operação brasileira de lojas da rede de cafeterias norte-americana Starbucuks por R$ 120 milhões, segundo ata do conselho de administração da empresa divulgada ao mercado.

A SouthRock, que operava a rede de cafeterias no Brasil, pediu recuperação judicial no final do ano passado. A empresa lista cerca de 140 lojas da marca norte-americana no Brasil. “O preço base acordado para a aquisição dos ativos…está sujeito a ajustes para refletir, dentre outros, a quantidade de lojas efetivamente adquiridas, bem como o nível de estoque na data do fechamento”, afirmou a Zamp em fato relevante.

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Mas a Zamp afirmou, dada a situação de recuperação judicial da operadora da marca no país, que vai comprar os ativos em processo competitivo de propostas fechadas, podendo igualar eventuais ofertas por eles apresentadas por terceiros.

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Desigualdade: mulheres ganham 17% menos do que homens

Redação Informe 360

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De acordo com um levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), divulgado nesta quinta-feira (20), as mulheres ainda enfrentam uma significativa desigualdade salarial. Em 2022, a remuneração média mensal das mulheres foi de R$ 3.241,18, aproximadamente 17% menor do que a dos homens, estimada em R$ 3.791,58.

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Mulheres representam 45,3% da força de trabalho assalariada no Brasil

Baseado no CEMPRE (Cadastro Central de Empresas), o instituto analisou 357 áreas de atuação e concluiu que as mulheres receberam salários inferiores aos dos homens em 82% dos setores. A maior disparidade foi registrada no campo de fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas: enquanto os homens obtiveram em média R$ 7.509,33, as mulheres ficaram com apenas R$ 1.834,09, uma diferença de 309,4%.

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Em apenas 63 segmentos, 18% do total, as mulheres ganharam salários iguais ou superiores aos dos homens. O setor de organismos internacionais e instituições extraterritoriais foi o ramo em que as profissionais obtiveram os maiores pagamentos em relação aos homens: R$ 9.018,70 para elas e R$ 4.717,09 para eles, uma diferença de 47,7%.

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O estudo também registrou que a força de trabalho assalariada no Brasil era composta por 54,7% de homens e 45,3% de mulheres em 2022. Na época, o país tinha 9,4 milhões de empresas e organizações formais ativas, além de 63 milhões de pessoas empregadas, sendo 80% assalariadas e 20% como sócias e proprietárias.

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Desistiu da mudança de emprego? Saiba como agir

Redação Informe 360

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O caso do atacante Dudu, do Palmeiras, chamou a atenção da web após o jogador anunciar que ficaria no time paulista apesar das negociações com o Cruzeiro. O acontecimento trouxe à tona uma questão relevante no mundo corporativo: como agir quando desistimos de mudar de emprego? Afinal, no mercado de trabalho, transições são decisões importantes que envolvem complexidades e riscos.

Mulher em um ambiente corporativo segurando uma caixa com pertences pessoais. Imagem: Getty Images
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Saiba como mitigar riscos e manter a integridade profissional após desistir da mudança de emprego

Por isso, desistir de uma nova oportunidade depois de já ter avisado o chefe pode gerar incertezas para ambas as partes. Entenda como lidar com esse tipo de situação:

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A importância da transparência

Segundo Andréa Krug, especialista em carreira que já atuou em empresas como AMBEV e Claro, a chave para gerenciar a desistência é agir com máxima transparência e profissionalismo. Nesses casos, explicar o motivo da mudança sem maldizer as pessoas envolvidas é crucial. “É importante que todos percebam o cuidado em não expor nem o atual, nem o futuro empregador.”

Para informar a empresa, é necessário se atentar à ordem de comunicação. Primeiramente, fale com o superior imediato e, em seguida, com a área de Recursos Humanos atual, para verificar se há possibilidade de reversão da decisão. Depois, é preciso avisar o líder e o RH responsáveis pelo processo de admissão.

Riscos e repercussões

No entanto, desistir de uma mudança de emprego pode trazer vários riscos para o profissional. Fernando Mantovani, diretor-geral da Robert Half para a América do Sul, aponta que o principal revés é a perda de confiança. “A nova companhia pode ver a desistência como falta de comprometimento, e a empresa atual pode questionar a lealdade do colaborador.”

Krug observa que a falta de maturidade também pode ser percebida na ação: “Pode parecer imaturo e impulsivo não explorar todas as variáveis necessárias para uma decisão tão importante.”

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Como pesar a balança

Vários fatores podem levar um profissional a hesitar na troca de emprego. Sentimentos de lealdade, medo do desconhecido e incertezas sobre a adaptação à nova cultura organizacional são comuns. A escolha, porém, deve ser baseada em uma visão de carreira a longo prazo.

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Para evitar o arrependimento, os especialistas destacam a necessidade de uma avaliação criteriosa e um alinhamento entre os objetivos de carreira e pessoais. “Considere os prós e contras, a cultura organizacional, perspectivas de crescimento e estabilidade”, recomenda Mantovani.

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