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5 games remasterizados de Star Wars para jogar nos consoles

Redação Informe 360

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Reviver experiências incríveis em jogos clássicos é algo muito divertido, não é mesmo? Por conta disso, desenvolvedores têm apostado em remasterizações para lançar, desta vez, alguns games de sucesso em consoles atuais. Uma das franquias que teve lançamentos assim foi a de Star Wars, possibilitando que os fãs visitassem uma série de videogames ambientados em uma galáxia muito distante. 

Quer saber quais são os principais games remasterizados de Star Wars para jogar nos consoles? Na sequência deste conteúdo, o Olhar Digital traz títulos que fizeram muito sucesso nos anos 90 e 2000. 

Star Wars: 5 opções de jogos remasterizados para aproveitar nos consoles

A lista abaixo conta com jogos que podem rodar no PlayStation 5, Nintendo Switch, PC e outras plataformas atuais. Continue a leitura e confira todas as opções.

1. Star Wars: Knights of the Old Republic

Star Wars Knights of the Old Republic
Capa do jogo Star Wars Knights of the Old Republic – Imagem: Divulgação/Nintendo

Um dos melhores games da franquia Star Wars já lançados, Star Wars: Knights of the Old Republic foi responsável por proporcionar um novo padrão para RPGs no começo dos anos 2000.

O jogo se passa há quatro mil anos antes do Império Galáctico e os Cavaleiros Jedi caíram em batalha contra os implacáveis Sith. Assim, você aparece como a única esperança da Ordem Jedi e precisa dominar o incrível poder da Força em sua missão para salvar a República.

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A remasterização do game conta com visuais aprimorados e apresentados em HD, além de tempos de carregamento reduzidos e texturas melhoradas. Outro ponto de ajuste foi na interface de usuário do Switch, proporcionando uma visualização mais clara das ações na tela durante as batalhas. Vale destacar que a história segue a mesma do título original.

É possível jogar o game remasterizado no Nintendo Switch e PC. Porém, vale destacar que os usuários do Xbox Series X/S podem jogar o lançamento na loja digital, mas não é a versão atualizada disponível para o Nintendo Switch. Star Wars: Knights of the Old Republic também pode ser jogado na versão mobile para iOS. 

2. Star Wars: Bounty Hunter

Star Wars: Bounty Hunter
Capa do game Star Wars: Bounty Hunter – Imagem: Divulgação/Nintendo

Neste título, você acompanha o caçador de recompensas Jango Fett antes dos acontecimentos do Episódio II: Ataque dos Clones, até a hora na qual Jango é escolhido como modelo para o Exército Clones. 

O jogo original foi marcado por diversos problemas técnicos, já a remasterização veio diferente, trazendo um layout de controle mais confortável, além de desacelerar o tempo ao utilizar o scanner de Jango para olhar ao redor da área. 

Dessa maneira, os jogadores conseguem fazer a coleta de recompensas de uma forma mais fácil, principalmente na hora que eles precisam escanear durante um tiroteio. Outro ponto importante é que o título ganhou visuais e áudio melhores, sendo que a sua resolução pode chegar a 4K e 60 fps (frames por segundo). Destaque também para uma melhor movimentação de câmera. 

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É possível jogar essa nova versão, lançada em 2024, no PC (Steam), PS5 e PS4, Xbox One e Xbox Series X|S, além do Nintendo Switch. Em todas as plataformas é necessário comprar o game. 

3. Star Wars: Dark Forces

Star Wars: Dark Forces
Captura de tela do jogo Star Wars: Dark Forces – Imagem: Reprodução/Steam

Lançado originalmente em 1995, Star Wars: Dark Forces foi remasterizado pela Nightdive Studio em 2024 com o objetivo de possibilitar que ele pudesse ser aproveitado em consoles modernos. O enredo do título traz o mercenário Kyle Katarn trabalhando com a Aliança Rebelde para concluir missões contra o Império. Seu objetivo é se infiltrar na organização e pôr fim aos planos de terror e dominação.

A remasterização proporcionou visuais mais limpos, além de uma jogabilidade melhor com layout de controle moderno em plataformas como Nintendo Switch e PlayStation 5. Além disso, ele pode ser jogado no PC (Steam) e Xbox Series X|S. Todos eles são pagos. 

Leia mais:

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4. Star Wars: Republic Commando

Stars Wars Republic Commando
Capa do game Stars Wars Republic Commando – Imagem: Divulgação/Nintendo

Ambientado na era da The Clone Wars é uma parte do Universo Expandido. O game segue um grupo de Clone Commandos do Esquadrão Delta, o que deve cumprir missões muito corajosas, como nos filmes da franquia. Os jogadores precisam utilizar táticas com base em esquadrão para derrubar droides de batalha, soldados Geonosianos e outros inimigos que surgem em filmes prequel. 

A remasterização traz um game com visuais e controles aprimorados, além de uma jogabilidade moderna. A nova versão foi lançada em 2021 e pode ser adquirida para Nintendo Switch e PS4. No Xbox One e Xbox Series X|S você encontra o game de 2018.

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5. Star Wars Battlefront Classic Collection

Star Wars Battlefront Classic Collection
Capa do jogo Star Wars Battlefront Classic Collection – Imagem: Divulgação/Nintendo

Star Wars Battlefront Classic Collection é um game desenvolvido pela Aspyr Media. Ele é uma remasterização de Star Wars Battlefront e Star Wars Battlefront II. Inicialmente, o novo título sofreu com diversos bugs, mas após algumas atualizações se tornou uma excelente opção para quem deseja reviver as aventuras dos jogos originais da franquia. 

Essa remasterização traz visuais aprimorados e muito conteúdo reunido em um único pacote, incluindo mapas que eram exclusivos do game original para Xbox.

É possível encontrar Star Wars Battlefront Classic Collection para PC (Steam), PS5, Nintendo Switch e Xbox X|S. O game foi lançado em 2024 e deve ser adquirido nas lojas oficiais das plataformas.

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Temporada de derretimento do gelo do Ártico para de aumentar após décadas de avanço, mostra estudo da NASA

Redação Informe 360

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O período de derretimento do gelo marinho no Ártico, que vinha se prolongando por décadas, aparentemente se estabilizou desde 2010. A conclusão vem de estudo liderado pela NASA e publicado na revista Communications Earth & Environment, que analisou observações de satélite realizadas entre 1979 e 2023.

De acordo com a pesquisa, a temporada de derretimento do gelo no Ártico atualmente dura cerca de 40 dias a mais do que em 1979. A maior parte desse aumento ocorreu antes de 2010. Desde então, a duração média da temporada permaneceu relativamente estável, embora haja grandes oscilações de um ano para outro.

Os pesquisadores acompanharam quando o gelo marinho começa a derreter na primavera e quando volta a congelar no outono. A análise mostrou que a mudança na duração da temporada ocorreu principalmente porque o congelamento passou a acontecer mais tarde no ano, e não porque o derretimento começou mais cedo na primavera.

“Anteriormente, havia mais desse gelo plurianual que não derretia durante o verão. Agora que o gelo é mais fino e há menos dele, há muito mais variabilidade”, explicou ao Phys.org Linette Boisvert, coautora do estudo e cientista de gelo do Centro de Voos Espaciais Goddard, da NASA.

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O que mudou no Ártico

  • Para entender a estabilização observada a partir de 2010, a equipe analisou o balanço energético do Ártico — a diferença entre o calor recebido do Sol, da atmosfera e do oceano e a radiação infravermelha emitida de volta para o espaço;
  • Durante o período de perda acelerada de gelo nos anos 2000, a redução da cobertura de gelo deixou expostas áreas maiores de água escura do oceano. Essas superfícies absorvem mais luz solar, aumentando a quantidade de energia retida e atrasando o congelamento;
  • Atualmente, boa parte do gelo do Ártico é mais jovem e fino do que o gelo plurianual que antes ocupava uma área maior do oceano. Isso faz com que a cobertura seja mais vulnerável às variações na nebulosidade, nas tempestades e nos ventos;
  • A partir de 2010, mudanças nos padrões de nuvens reduziram a quantidade de luz solar que chega a algumas regiões do Oceano Ártico. Como consequência, a temporada de derretimento passou a apresentar maior variação entre diferentes anos, mas permaneceu relativamente estável quando analisada em períodos mais longos;
  • “Muito mais do que antes, a duração da temporada de derretimento depende dos efeitos atmosféricos. Eles parecem estar desempenhando um papel maior porque o gelo, de modo geral, está mais fino e vulnerável desde o início”, disse Boisvert.
Geleira Cinza, Torres del Paine, Patagônia, Chile
Atualmente, boa parte do gelo do Ártico é mais jovem e fino do que o gelo plurianual que antes ocupava uma área maior do oceano – Imagem: SL_Photography/iStock

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Estabilização pode ser temporária

Os resultados não significam que as mudanças no clima da Terra tenham deixado de afetar o Ártico. A região continua aquecendo quase quatro vezes mais rápido que a média global, e o gelo marinho restante é consideravelmente mais fino do que era décadas atrás.

O estudo indica, portanto, que o Ártico pode ter entrado em nova fase, na qual os padrões climáticos de cada ano exercem influência maior sobre a duração da temporada de derretimento.

Os pesquisadores alertam, porém, que a aparente estabilização pode ser temporária. Ainda existe gelo espesso durante todo o ano ao norte da Groenlândia e no Arquipélago Ártico Canadense. Caso esse gelo continue a ficar mais fino, uma nova fase de perda acelerada de gelo marinho poderá ocorrer e prolongar novamente a temporada de derretimento.

Por enquanto, os pesquisadores destacam a importância da continuidade das observações por satélite do gelo marinho do Ártico e do balanço energético que controla seu crescimento e derretimento. Ainda não está claro se a estabilização recente representa mudança duradoura na temporada de derretimento ou apenas uma pausa antes de um novo período de transformação acelerada.

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Samsung começa a trocar OneDrive pelo Google Fotos e muda como celulares Galaxy sincronizam fotos e vídeos

Redação Informe 360

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A Galeria, app da Samsung, começou a receber nova integração com o Google Fotos, que substitui o sistema de backup pelo Microsoft OneDrive. A novidade começou a ser liberada para alguns usuários após atualizações dos aplicativos envolvidos e traz algumas restrições importantes.

A Samsung havia confirmado no início da semana que substituiria a integração de backup com o OneDrive pela sincronização com o Google Fotos. Na ocasião, porém, o recurso ainda não estava disponível. Agora, a novidade começou a ser distribuída.

A atualização do aplicativo Galeria está chegando a alguns usuários após atualizações dos aplicativos Gallery Sync e Samsung Cloud. Segundo o 9to5Google, a versão 15.9.01.7 da Galeria parece ser a responsável por ativar a sincronização, embora outros aplicativos também participem do funcionamento do recurso.

Como funciona a sincronização

  • O Google publicou uma página de suporte com mais detalhes sobre o funcionamento da integração entre a Galeria e o Google Fotos;
  • Para utilizar o recurso, é necessário ter um dispositivo Samsung com Android 13 ou versão mais recente. Contas do Google Workspace não são compatíveis;
  • Também existem limitações sobre o conteúdo sincronizado e sobre alguns recursos do Google Fotos;
  • Fotos e vídeos sincronizados a partir da Galeria não funcionarão com Memórias e destaques, álbuns ao vivo ou a ferramenta de pesquisa do Google Photos.
Logo da Samsung em um prédio
Sul-coreana já havia informado que faria a substituição – Imagem: Sybillla/Shutterstock

Além disso, a Galeria não exibirá todo o conteúdo armazenado no Google Fotos. O aplicativo mostrará apenas os arquivos que foram sincronizados a partir da Galeria por meio de um dispositivo Samsung. Ou seja, conteúdos que já tenham sido armazenados diretamente no Google Fotos, sem terem passado pela sincronização de um aparelho Samsung, não aparecerão na Galeria.

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Como ativar

Caso o aparelho tenha recebido todas as atualizações necessárias, a opção para ativar a sincronização pode ser encontrada na Samsung Gallery em:

Menu > Configurações > Sincronização > Sincronizar fotos e vídeos

A partir daí, o usuário poderá habilitar a integração com o Google Fotos.

A mudança também marca o fim da integração da Galeria com o OneDrive. Para quem ainda utiliza o serviço da Microsoft, a sincronização continuará funcionando até 30 de setembro.

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OpenAI prevê “queimar” US$ 280 bilhões até 2030 para financiar expansão da infraestrutura de IA

Redação Informe 360

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A OpenAI projeta um fluxo de caixa livre negativo de US$ 278 bilhões (mais de R$ 1,4 trilhão) entre 2026 e 2030, segundo apresentação recente da empresa vista pelo Financial Times. O valor evidencia a dimensão dos recursos necessários para financiar a expansão da infraestrutura de computação usada pela companhia.

A empresa espera que suas receitas avancem de US$ 36 bilhões em 2026 para US$ 350 bilhões em 2030, mas ainda assim prevê que as despesas ficarão muito acima da geração de receita no período. Ao todo, a OpenAI estima registrar US$ 840 bilhões em receitas até o fim de 2030.

Gastos com computação devem concentrar maior parte dos recursos

De acordo com o FT, a OpenAI prevê gastar cerca de US$ 856 bilhões em poder computacional e infraestrutura até o fim de 2030. Esse deve ser, de longe, o maior grupo de despesas da empresa durante o período.

Os investimentos estão relacionados à ampliação do acesso à capacidade computacional necessária para treinar e operar modelos de inteligência artificial. A companhia também reduziu preços enquanto busca conquistar negócios da rival norte-americana Anthropic e enfrentar modelos de pesos abertos mais baratos desenvolvidos na China.

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A necessidade de financiamento ganhou importância depois que a OpenAI levantou US$ 122 bilhões em março. Segundo a apresentação citada pelo FT, esse montante pode ser consumido até 2028 caso as projeções de gastos sejam mantidas.

Nova rodada de investimentos pode superar US$ 1,2 trilhão em avaliação

A OpenAI entrou recentemente em negociações para uma nova rodada de financiamento. Investidores procuraram a empresa para discutir aportes considerando uma avaliação de US$ 1,2 trilhão, enquanto a companhia busca uma avaliação ainda maior, segundo uma pessoa próxima à OpenAI ouvida pelo FT.

A capacidade da empresa de obter novos recursos também está ligada a acordos financeiros e contratos de infraestrutura firmados para garantir acesso à capacidade computacional. Empresas como Nvidia, Oracle e a unidade de data centers da SoftBank dependem desses contratos para parte de suas receitas futuras.

Apesar das projeções de forte consumo de caixa, há sinais de crescimento da receita. Novos lançamentos de modelos contribuíram para um aumento de aproximadamente 20% na receita anualizada da OpenAI em julho.

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A projeção atual também representa uma melhora em relação à estimativa apresentada em maio, quando a empresa previa fluxo de caixa livre negativo de US$ 305 bilhões.

IPO foi adiado

A OpenAI havia planejado uma oferta pública inicial de ações para este outono e protocolou confidencialmente os documentos junto à Securities and Exchange Commission em junho. Desde então, porém, o processo foi adiado.

A empresa citou a crescente preocupação pública com os riscos associados ao rápido desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial como motivo para o adiamento. Alguns investidores também apontaram preocupações sobre a recepção nos mercados públicos de uma companhia que registra perdas elevadas.

A Anthropic, por sua vez, deve realizar uma oferta pública inicial neste outono, em uma operação que pode ser a maior desse tipo já registrada. A OpenAI não comentou as informações ao FT.

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