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10 filmes que completam 20 anos em 2025

Redação Informe 360

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Nem parece que já se passaram 20 anos desde que alguns filmes marcantes de 2005 chegaram às telonas. Entre produções que se tornaram referência e outras que conquistaram o público na época, o ano apresentou títulos que até hoje despertam boas lembranças em quem os assistiu. 

Para mostrar como o tempo voa, selecionamos 10 títulos de 2005, todos disponíveis em serviços de streaming.

10 filmes que completam 20 anos em 2025

  • O Segredo de Brokeback Mountain (2005)
  • Ponto Final: Match Point (2005)
  • Sin City – A Cidade do Pecado (2005)
  • Guerra dos Mundos (2005)
  • A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)
  • King Kong (2005)
  • Johnny & June (2005)
  • Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith (2005)
  • Orgulho & Preconceito (2005)
  • Batman Begins (2005)

O Segredo de Brokeback Mountain (2005)

Brokeback Mountain
Brokeback Mountain (2005) / Crédito: Focus Features (divulgação)

Considerado por críticos e cinéfilos um dos maiores injustiçados do Oscar, “O Segredo de Brokeback Mountain” é um dos dramas mais aclamados de 2005.

Dirigido pelo cineasta taiwanês Ang Lee (de “O Tigre e o Dragão”), o filme é baseado em um conto de Annie Proulx.

Entre encontros clandestinos ao longo de anos, vidas marcadas por casamentos fracassados e desejos reprimidos, eles enfrentam os obstáculos de um amor proibido pela sociedade da época. Anne Hathaway e Michelle Williams também integram o elenco.

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  • Onde assistir:
    • Telecine

Ponto Final: Match Point (2005)

ponto final
Ponto Final: Match Point (2005) / Crédito: Warner Bros. Pictures (divulgação)

Um dos filmes mais elogiados pela crítica na vasta filmografia de Woody Allen é este surpreendente suspense lançado em 2005.

Na trama, um ambicioso ex-tenista profissional (Jonathan Rhys Meyers) casa-se com uma mulher rica (Emily Mortimer). Porém, ele acaba se envolvendo em um caso com a noiva do irmão dela (Scarlett Johansson), ameaçando sua posição social.

  • Onde assistir:
    • Amazon Prime Video
    • Pluto TV (gratis)

Sin City – A Cidade do Pecado (2005)

bruce wilis
Sin City (2005) / Crédito: Miramax Films (divulgação)

Outro filme que deu o que falar em 2005 foi “Sin City – A Cidade do Pecado”. O cultuado autor de quadrinhos Frank Miller assumiu a direção do longa ao lado de Robert Rodriguez, adaptando a HQ de sua própria autoria.

O longa segue o estilo da obra original, praticamente todo em preto e branco, com cores aparecendo apenas em detalhes específicos.

O filme é dividido em capítulos que narram histórias de crime e vingança em Sin City. Um ex-condenado (Mickey Rourke) busca vingança por uma mulher (Jessica Alba). Um policial (Bruce Willis) e um investigador (Clive Owen) enfrentam assassinos e gangues. Benicio del Toro, Brittany Murphy e Elijah Wood são outros nomes do elenco.

  • Onde assistir:
    • Netflix
    • Mercado Play (gratis)

Guerra dos Mundos (2005)

guerra dos mundos
War of the Worlds (2005) / Crédito: Paramount Pictures (divulgação)

Dois filmes com direção de Steven Spielberg foram lançados em 2005: “Munique” e “Guerra dos Mundos”. Embora ambos tenham sido elogiados, a adaptação da obra homônima de H.G. Wells se mantém mais lembrada vinte anos depois.

Tom Cruise estrela o longa como um pai tentando proteger seus filhos diante de um ataque alienígena à Terra. O elenco também conta com Dakota Fanning, Miranda Otto e Tim Robbins.

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  • Onde assistir:
    • Mercado Play (gratis)
    • Paramount+

A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)

fabrica de chocolate
Charlie and the Chocolate Factory (2005) / Credito: Warner Bros. Pictures (divulgação)

O clássico livro de Roald Dahl, “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, ganhou duas adaptações icônicas para o cinema: a primeira, de 1971, com Gene Wilder como Willy Wonka, e esta segunda, de 2005, dirigida por Tim Burton.

Aqui, Johnny Depp vive Wonka em uma performance elogiada. A trama acompanha Charlie (Freddie Highmore), um garoto muito pobre, que encontra um dos bilhetes dourados para uma turnê pela fábrica de chocolate do excêntrico Willy Wonka, que será o guia.

  • Onde assistir:
    • HBO Max
    • Amazon Prime Video

King Kong (2005)

king kong
King Kong (2005) / Crédito: Universal Pictures (divulgação)

Um dos remakes do clássico “King Kong” (1933) foi lançado em 2005, pelas mãos de Peter Jackson, cineasta neozelandês responsável pela trilogia “O Senhor dos Anéis”.

Na trama, uma equipe de filmagens viaja para uma misteriosa ilha para gravar um filme. Porém, o local é habitado por criaturas pré-históricas, incluindo King Kong, um gorila gigante que se apaixona pela atriz principal e é capturado para ser levado aos EUA. O elenco traz Naomi Watts, Jack Black e Adrien Brody.

  • Onde assistir:
    • Netflix
    • Amazon Prime Video

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Johnny & June (2005)

johnny cash
Walk the Line (2005) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)

Sob a direção de James Mangold, “Johnny & June” é uma elogiada cinebiografia que retrata a vida do ícone da música country Johnny Cash, vivido por Joaquin Phoenix. 

O enredo do filme foca na relação do músico com a também cantora June Carter, interpretada por Reese Witherspoon, que inclusive ganhou o Oscar de Melhor Atriz por essa atuação.

  • Onde assistir:
    • Disney+
    • Mercado Play (gratis)

Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith (2005)

anakin
Star Wars: Episode III – Revenge of the Sith (2005) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)

Já fazem vinte anos que a conclusão da trilogia prequel de Star Wars foi lançada. “Episódio III – A Vingança dos Sith” segue Anakin Skywalker (Hayden Christensen), que se deixa seduzir pelo lado negro da Força, enquanto a República entra em colapso.

Escrito e dirigido por George Lucas, o elenco ainda conta com Ewan McGregor, Natalie Portman e Samuel L. Jackson.

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  • Onde assistir:
    • Disney+

Orgulho & Preconceito (2005)

Pride & Prejudice
Pride & Prejudice (2005) / Crédito: United International Pictures (divulgação)

Baseado no romance homônimo de Jane Austen, “Orgulho & Preconceito” é um dos filmes mais elogiados pela crítica lançados em 2005.

Na trama, Elizabeth Bennet (Keira Knightley) é uma jovem de uma família inglesa que precisa lidar com as pressões sociais relacionadas ao casamento. Ela enfrenta desafios e mal-entendidos ao se envolver com o orgulhoso Mr. Darcy (Matthew Macfadyen).

  • Onde assistir:
    • Telecine

Batman Begins (2005)

Batman Begins
Batman Begins (2005) / Crédito: Warner Bros. Pictures (divulgação)

Christopher Nolan iniciou a sua trilogia sombria e realista do Homem-Morcego há vinte anos com “Batman Begins”, nem parece que foi tanto tempo! 

A trama do longa segue Bruce Wayne (Christian Bale) até se tornar o Batman e enfrentar Ra’s al Ghul (Liam Neeson) e o Espantalho (Cillian Murphy).

  • Onde assistir:
    • HBO Max
    • Amazon Prime Video

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Temporada de derretimento do gelo do Ártico para de aumentar após décadas de avanço, mostra estudo da NASA

Redação Informe 360

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O período de derretimento do gelo marinho no Ártico, que vinha se prolongando por décadas, aparentemente se estabilizou desde 2010. A conclusão vem de estudo liderado pela NASA e publicado na revista Communications Earth & Environment, que analisou observações de satélite realizadas entre 1979 e 2023.

De acordo com a pesquisa, a temporada de derretimento do gelo no Ártico atualmente dura cerca de 40 dias a mais do que em 1979. A maior parte desse aumento ocorreu antes de 2010. Desde então, a duração média da temporada permaneceu relativamente estável, embora haja grandes oscilações de um ano para outro.

Os pesquisadores acompanharam quando o gelo marinho começa a derreter na primavera e quando volta a congelar no outono. A análise mostrou que a mudança na duração da temporada ocorreu principalmente porque o congelamento passou a acontecer mais tarde no ano, e não porque o derretimento começou mais cedo na primavera.

“Anteriormente, havia mais desse gelo plurianual que não derretia durante o verão. Agora que o gelo é mais fino e há menos dele, há muito mais variabilidade”, explicou ao Phys.org Linette Boisvert, coautora do estudo e cientista de gelo do Centro de Voos Espaciais Goddard, da NASA.

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O que mudou no Ártico

  • Para entender a estabilização observada a partir de 2010, a equipe analisou o balanço energético do Ártico — a diferença entre o calor recebido do Sol, da atmosfera e do oceano e a radiação infravermelha emitida de volta para o espaço;
  • Durante o período de perda acelerada de gelo nos anos 2000, a redução da cobertura de gelo deixou expostas áreas maiores de água escura do oceano. Essas superfícies absorvem mais luz solar, aumentando a quantidade de energia retida e atrasando o congelamento;
  • Atualmente, boa parte do gelo do Ártico é mais jovem e fino do que o gelo plurianual que antes ocupava uma área maior do oceano. Isso faz com que a cobertura seja mais vulnerável às variações na nebulosidade, nas tempestades e nos ventos;
  • A partir de 2010, mudanças nos padrões de nuvens reduziram a quantidade de luz solar que chega a algumas regiões do Oceano Ártico. Como consequência, a temporada de derretimento passou a apresentar maior variação entre diferentes anos, mas permaneceu relativamente estável quando analisada em períodos mais longos;
  • “Muito mais do que antes, a duração da temporada de derretimento depende dos efeitos atmosféricos. Eles parecem estar desempenhando um papel maior porque o gelo, de modo geral, está mais fino e vulnerável desde o início”, disse Boisvert.
Geleira Cinza, Torres del Paine, Patagônia, Chile
Atualmente, boa parte do gelo do Ártico é mais jovem e fino do que o gelo plurianual que antes ocupava uma área maior do oceano – Imagem: SL_Photography/iStock

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Estabilização pode ser temporária

Os resultados não significam que as mudanças no clima da Terra tenham deixado de afetar o Ártico. A região continua aquecendo quase quatro vezes mais rápido que a média global, e o gelo marinho restante é consideravelmente mais fino do que era décadas atrás.

O estudo indica, portanto, que o Ártico pode ter entrado em nova fase, na qual os padrões climáticos de cada ano exercem influência maior sobre a duração da temporada de derretimento.

Os pesquisadores alertam, porém, que a aparente estabilização pode ser temporária. Ainda existe gelo espesso durante todo o ano ao norte da Groenlândia e no Arquipélago Ártico Canadense. Caso esse gelo continue a ficar mais fino, uma nova fase de perda acelerada de gelo marinho poderá ocorrer e prolongar novamente a temporada de derretimento.

Por enquanto, os pesquisadores destacam a importância da continuidade das observações por satélite do gelo marinho do Ártico e do balanço energético que controla seu crescimento e derretimento. Ainda não está claro se a estabilização recente representa mudança duradoura na temporada de derretimento ou apenas uma pausa antes de um novo período de transformação acelerada.

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Samsung começa a trocar OneDrive pelo Google Fotos e muda como celulares Galaxy sincronizam fotos e vídeos

Redação Informe 360

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A Galeria, app da Samsung, começou a receber nova integração com o Google Fotos, que substitui o sistema de backup pelo Microsoft OneDrive. A novidade começou a ser liberada para alguns usuários após atualizações dos aplicativos envolvidos e traz algumas restrições importantes.

A Samsung havia confirmado no início da semana que substituiria a integração de backup com o OneDrive pela sincronização com o Google Fotos. Na ocasião, porém, o recurso ainda não estava disponível. Agora, a novidade começou a ser distribuída.

A atualização do aplicativo Galeria está chegando a alguns usuários após atualizações dos aplicativos Gallery Sync e Samsung Cloud. Segundo o 9to5Google, a versão 15.9.01.7 da Galeria parece ser a responsável por ativar a sincronização, embora outros aplicativos também participem do funcionamento do recurso.

Como funciona a sincronização

  • O Google publicou uma página de suporte com mais detalhes sobre o funcionamento da integração entre a Galeria e o Google Fotos;
  • Para utilizar o recurso, é necessário ter um dispositivo Samsung com Android 13 ou versão mais recente. Contas do Google Workspace não são compatíveis;
  • Também existem limitações sobre o conteúdo sincronizado e sobre alguns recursos do Google Fotos;
  • Fotos e vídeos sincronizados a partir da Galeria não funcionarão com Memórias e destaques, álbuns ao vivo ou a ferramenta de pesquisa do Google Photos.
Logo da Samsung em um prédio
Sul-coreana já havia informado que faria a substituição – Imagem: Sybillla/Shutterstock

Além disso, a Galeria não exibirá todo o conteúdo armazenado no Google Fotos. O aplicativo mostrará apenas os arquivos que foram sincronizados a partir da Galeria por meio de um dispositivo Samsung. Ou seja, conteúdos que já tenham sido armazenados diretamente no Google Fotos, sem terem passado pela sincronização de um aparelho Samsung, não aparecerão na Galeria.

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Como ativar

Caso o aparelho tenha recebido todas as atualizações necessárias, a opção para ativar a sincronização pode ser encontrada na Samsung Gallery em:

Menu > Configurações > Sincronização > Sincronizar fotos e vídeos

A partir daí, o usuário poderá habilitar a integração com o Google Fotos.

A mudança também marca o fim da integração da Galeria com o OneDrive. Para quem ainda utiliza o serviço da Microsoft, a sincronização continuará funcionando até 30 de setembro.

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OpenAI prevê “queimar” US$ 280 bilhões até 2030 para financiar expansão da infraestrutura de IA

Redação Informe 360

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A OpenAI projeta um fluxo de caixa livre negativo de US$ 278 bilhões (mais de R$ 1,4 trilhão) entre 2026 e 2030, segundo apresentação recente da empresa vista pelo Financial Times. O valor evidencia a dimensão dos recursos necessários para financiar a expansão da infraestrutura de computação usada pela companhia.

A empresa espera que suas receitas avancem de US$ 36 bilhões em 2026 para US$ 350 bilhões em 2030, mas ainda assim prevê que as despesas ficarão muito acima da geração de receita no período. Ao todo, a OpenAI estima registrar US$ 840 bilhões em receitas até o fim de 2030.

Gastos com computação devem concentrar maior parte dos recursos

De acordo com o FT, a OpenAI prevê gastar cerca de US$ 856 bilhões em poder computacional e infraestrutura até o fim de 2030. Esse deve ser, de longe, o maior grupo de despesas da empresa durante o período.

Os investimentos estão relacionados à ampliação do acesso à capacidade computacional necessária para treinar e operar modelos de inteligência artificial. A companhia também reduziu preços enquanto busca conquistar negócios da rival norte-americana Anthropic e enfrentar modelos de pesos abertos mais baratos desenvolvidos na China.

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A necessidade de financiamento ganhou importância depois que a OpenAI levantou US$ 122 bilhões em março. Segundo a apresentação citada pelo FT, esse montante pode ser consumido até 2028 caso as projeções de gastos sejam mantidas.

Nova rodada de investimentos pode superar US$ 1,2 trilhão em avaliação

A OpenAI entrou recentemente em negociações para uma nova rodada de financiamento. Investidores procuraram a empresa para discutir aportes considerando uma avaliação de US$ 1,2 trilhão, enquanto a companhia busca uma avaliação ainda maior, segundo uma pessoa próxima à OpenAI ouvida pelo FT.

A capacidade da empresa de obter novos recursos também está ligada a acordos financeiros e contratos de infraestrutura firmados para garantir acesso à capacidade computacional. Empresas como Nvidia, Oracle e a unidade de data centers da SoftBank dependem desses contratos para parte de suas receitas futuras.

Apesar das projeções de forte consumo de caixa, há sinais de crescimento da receita. Novos lançamentos de modelos contribuíram para um aumento de aproximadamente 20% na receita anualizada da OpenAI em julho.

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A projeção atual também representa uma melhora em relação à estimativa apresentada em maio, quando a empresa previa fluxo de caixa livre negativo de US$ 305 bilhões.

IPO foi adiado

A OpenAI havia planejado uma oferta pública inicial de ações para este outono e protocolou confidencialmente os documentos junto à Securities and Exchange Commission em junho. Desde então, porém, o processo foi adiado.

A empresa citou a crescente preocupação pública com os riscos associados ao rápido desenvolvimento de sistemas de inteligência artificial como motivo para o adiamento. Alguns investidores também apontaram preocupações sobre a recepção nos mercados públicos de uma companhia que registra perdas elevadas.

A Anthropic, por sua vez, deve realizar uma oferta pública inicial neste outono, em uma operação que pode ser a maior desse tipo já registrada. A OpenAI não comentou as informações ao FT.

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