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Amazon turbina IA que facilita compras com Lens Live; conheça

Redação Informe 360

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A Amazon lançou mais uma ferramenta de inteligência artificial (IA) que vai ajudar consumidores a comparar preços, salvar produtos na lista de desejos e adicionar itens diretamente ao carrinho — tudo sem sair da visualização da câmera do Amazon Lens. 

O aplicativo foi reforçado com a inclusão do Lens Live, que escaneia produtos em lojas físicas usando a câmera do celular e exibe itens correspondentes em um carrossel deslizante na parte inferior da tela, permitindo comparações rápidas.

amazon lens live
Assistente de compras com IA fornece resumos rápidos sobre o produto (Imagem: Divulgação/Amazon)

O assistente de compras com inteligência artificial da gigante do e-commerce, Rufus, foi integrado ao Lens Live para fornecer perguntas sugeridas e resumos rápidos sobre o produto em questão. Ao escanear um vaso de cerâmica, o cliente pode perguntar se será necessário adquirir também um dispositivo para drenagem, por exemplo.

“Esses prompts e resumos de conversa aparecem abaixo do carrossel de produtos, permitindo que os clientes realizem pesquisas rápidas, acessem rapidamente os principais insights do produto e obtenham respostas para suas perguntas”, diz o comunicado.

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Tecnologia própria

O Lens Live utiliza um modelo de detecção de objetos por visão computacional preciso e leve, executado no dispositivo, para identificar produtos em tempo real. Ele é executado por serviços Amazon OpenSearch e Amazon SageMaker gerenciados pela Amazon Web Services (AWS) para implantar modelos de aprendizado de máquina em escala, aponta a big tech.

O recurso já está disponível para “dezenas de milhões de clientes” nos EUA no app Amazon Shopping para iOS e será lançado para mais clientes nos EUA em breve, segundo a empresa. Os clientes ainda podem usar as opções tradicionais do Lens (tirar uma foto, enviar uma imagem ou escanear um código de barras), se preferirem.

amazon lens
Cliente pode pesquisar com imagens na biblioteca de fotos (Imagem: Amazon/Divulgação)

Leia mais:

  • Como identificar avaliações falsas na Shopee, Amazon e Airbnb
  • Com desempenho abaixo do boom da IA, Amazon sofre consequências
  • 8 dicas para aproveitar seu Kindle ao máximo

Outras maneiras de usar o Amazon Lens

A seguir, listamos outras maneiras de usar o Amazon Lens segundo a própria empresa:

  • Pesquise com imagens na biblioteca de fotos: tem uma foto ou captura de tela de algo que deseja comprar? Basta tocar no ícone do Lens na barra de pesquisa, tocar em “carregar” para acessar o rolo da câmera, selecionar a imagem que deseja usar e o Amazon Lens — em segundos — mostra itens semelhantes para comprar na Amazon;
  • Clique e compre com a Pesquisa de Câmera: viu um vaso legal que seu amigo não lembra onde foi comprado? Tire uma foto e encontre-o na Amazon. Você também pode adicionar texto à sua busca para refinar os resultados — por exemplo, digitar uma marca específica ou alterar a cor do produto;
  • Use a leitura de código de barras: se você já tem um item na sua frente, o Barcode Scan é uma maneira rápida e fácil de encontrá-lo na Amazon. O cliente pode comparar preços, pesquisar opções de entrega ou reabastecer produtos que já comprou.
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Barcode Scan é uma maneira rápida e fácil de encontrar itens no app da varejista (Imagem: Divulgação/Amazon)

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Tecnologia

AGU muda de ideia e pede ao STF que derrube marco legal das bets

Redação Informe 360

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A Advocacia-Geral da União (AGU) mudou de posição sobre a regulamentação das apostas online e pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que declare inconstitucional o núcleo das leis que permitiram e disciplinaram a exploração das chamadas bets no Brasil.

A manifestação foi apresentada nesta sexta-feira (2) em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) relatada pelo ministro Luiz Fux. A mudança ocorre uma semana depois de o governo editar uma medida provisória que proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o território nacional.

Em manifestação anterior, apresentada em outra ação sobre o tema, a AGU havia defendido que a legislação era “ainda constitucional, sujeita a processo de progressiva inconstitucionalização”. Na ocasião, o órgão argumentou que a regulamentação era recente e que seus efeitos ainda precisavam ser acompanhados.

Agora, a Advocacia-Geral afirma que o período de monitoramento mostrou que as medidas adotadas pelo Executivo não foram suficientes para corrigir as fragilidades do modelo.

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Segundo a nova manifestação, os indicadores disponíveis apontam para a persistência e o agravamento de danos que a legislação deveria evitar. Entre os problemas citados estão impactos sobre a saúde pública, o endividamento das famílias, a proteção dos consumidores e a utilização das plataformas de apostas para lavagem de dinheiro e outras atividades ilícitas.

Impactos sobre saúde e famílias

  • A AGU cita informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social sobre os efeitos das apostas;
  • “Informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam impactos sobre insegurança alimentar, endividamento e vulnerabilidade, além da fragilização de vínculos familiares e sociais”, afirma o documento;
  • A manifestação também menciona crescimento de 140% nos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) relacionados ao jogo patológico e à mania de jogos e apostas entre 2018 e 2025;
  • Outro dado citado pelo órgão é uma estimativa de que as apostas tenham retirado aproximadamente R$ 62,5 bilhões dos orçamentos familiares em 2025;
  • Ao final da manifestação, a AGU pede que o STF declare inconstitucionais os dispositivos das leis de 2018 e 2023 que formam a base jurídica da exploração das apostas de quota fixa no país.
Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, com a estátua da Justiça em primeiro plano
AGU cita informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social sobre os efeitos das apostas em sua solicitação ao STF – Imagem: Patricia dos Santos / Shutterstock

Quais leis estão em discussão

A manifestação questiona dispositivos de duas leis federais que estruturaram o mercado de apostas de quota fixa. A primeira é a Lei nº 13.756/2018, aprovada pelo Congresso e sancionada durante o governo de Michel Temer. A norma criou a modalidade de aposta de quota fixa no Brasil.

A AGU pede que sejam declarados inconstitucionais os artigos 29 a 35 da legislação, responsáveis por instituir a modalidade e estabelecer regras relacionadas à sua exploração.

A segunda é a Lei nº 14.790/2023, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A norma regulamentou o setor, estabelecendo regras para autorização das empresas, funcionamento das plataformas, publicidade, direitos dos apostadores, prevenção à lavagem de dinheiro e mecanismos de jogo responsável.

Na avaliação atual da AGU, porém, esse conjunto de regras não criou salvaguardas suficientes para conter os riscos associados às apostas.

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O órgão afirma que, mesmo depois das medidas complementares adotadas pelo Executivo a partir de 2024, permaneceram problemas relacionados à saúde, ao endividamento das famílias, à publicidade e ao mercado clandestino.

Leia mais:

  • Fim das Bets e do ‘Jogo do Tigrinho’: veja o que fazer agora
  • Pix: transações caem 10% após proibição de bets
  • Fim das bets: governo quer bloqueio de 5,2 mil sites de apostas ilegais

Pedido é diferente da ação contra a proibição das bets

A manifestação da AGU ocorre em ação que discute a própria base legal das apostas de quota fixa e é diferente dos processos que questionam diretamente a medida provisória editada pelo governo na semana passada. A MP proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o país.

Entidades do setor também recorreram ao STF contra a medida provisória. A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) pediram a suspensão da proibição.

Segundo a AGU, o órgão ainda apresentará uma manifestação específica nessas ações quando for formalmente intimado.

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Confira o Olhar Digital News na íntegra (01/10/2026)

Redação Informe 360

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Veja os destaques do Olhar Digital News desta quinta-feira (01/10).

Aconteceu de novo: agentes de IA tentaram invadir site do governo do Canadá

A empresa de pesquisa em inteligência artificial Transluce revelou que agentes de IA tentaram acessar um site ligado ao governo do Canadá. As investidas ocorreram em 28 de maio e 9 de junho, sem indicação de que os sistemas públicos tenham sido comprometidos.

Redes sociais são vistas como ameaça à democracia, revela pesquisa

Um número crescente de pessoas acredita que as redes sociais manipulam e dividem a população. É o que revela uma pesquisa do Pew Research Center divulgada nesta quinta-feira (01). Segundo o levantamento, cidadãos de países mais ricos tendem a ter uma percepção pior das plataformas.

SpaceX lança chips de IA do Google em teste para futuros data centers espaciais

A SpaceX lançou, nesta quinta-feira (01), um protótipo de satélite equipado com chips de inteligência artificial do Google. O dispositivo foi enviado à órbita a bordo de um foguete Falcon 9 durante a missão Transporter-18, realizada a partir da Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia.

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NASA e SpaceX lançam astronautas à Estação Espacial Internacional

A NASA e a SpaceX lançaram nesta quinta-feira (01) a missão Crew-13. Com destino à Estação Espacial Internacional, ela decolou da Estação da Força Espacial de Cabo Canaveral, na Flórida, por volta de 12h11, pelo horário de Brasília.

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Eleições: posso perguntar para a IA em que votar?

Redação Informe 360

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Em meio a planos de governo extensos, sabatinas diárias e um volume avassalador de propagandas políticas, a tentação de buscar um atalho é grande. Para a parcela de indecisos que costuma deixar a escolha para a reta final, o celular oferece uma consulta rápida e tentadora: pedir uma indicação direta aos assistentes virtuais de Inteligência Artificial.

Mas o que esses chatbots de IA realmente podem responder nessas horas? O Olhar Digital News desta quarta-feira (30) convidou Ricardo Souza, advogado especialista em direito digital, para analisar o que pode e o que não pode.

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