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Quantas horas para terminar Doom The Dark Ages?

Redação Informe 360

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“Doom The Dark Ages” é a mais recente e ambiciosa entrada na icônica franquia da id Software, elevando experiência de combate visceral a novos patamares.

Ambientado em um mundo tecno-medieval sombrio, o jogo mergulha os jogadores em uma narrativa épica que serve como prelúdio para os eventos de “Doom” (2016) e “Doom Eternal” (2020).

Com gráficos aprimorados, trilha sonora intensa e mecânicas de jogo inovadoras, como o uso de mechas e dragões, “Doom The Dark Ages” oferece uma campanha single-player robusta e envolvente.

Mas, afinal, quantas horas são necessárias para concluir “Doom The Dark Ages”? Se você está se perguntando quanto tempo levará para ver os créditos finais ou se vale a pena explorar cada canto do jogo, este artigo traz as respostas.

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Cena do jogo “Doom”, de 2016, cujos alguns dos acontecimentos são explicados em “Doom The Dark Ages”. Imagem: YouTube/Reprodução

Vamos analisar o tempo estimado para completar a campanha principal, as atividades secundárias e o que é preciso para alcançar 100% de progresso.

Vale lembrar que essas estimativas de tempo são baseadas em dados compilados de jogadores e fontes como o How Long to Beat, conhecido por registrar o tempo necessário para completar diferentes jogos.

Tempo estimado para concluir Doom The Dark Ages

“Doom The Dark Ages” apresenta uma campanha composta por 22 níveis, cada um projetado para oferecer cerca de uma hora de gameplay, mais ou menos. Isso significa que, para jogadores focados apenas na missão principal, o tempo médio para concluir o jogo gira em torno de 13 a 14 horas.

Essa duração é considerada longa para os padrões do gênero, oferecendo uma experiência satisfatória para aqueles que desejam seguir uma linha de progressão direta.

É importante notar que o jogo não possui modo multiplayer, concentrando-se exclusivamente na experiência single-player. Isso permite que os desenvolvedores se dediquem integralmente à qualidade e profundidade da campanha, garantindo uma narrativa coesa e envolvente.

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Doom: The Dark Ages / Crédito: id Software, Bethesda Softworks (divulgação)
Doom: The Dark Ages / Crédito: id Software, Bethesda Softworks (divulgação)

Exploração e atividades secundárias

Para os jogadores que gostam de explorar cada detalhe e completar todas as atividades secundárias, “Doom The Dark Ages” oferece um mundo mais aberto e expansivo do que seus predecessores.

Com áreas maiores e mais opções de exploração, o tempo de jogo pode se estender significativamente. Estima-se que, ao se dedicar às missões opcionais e à busca por segredos, o tempo total de gameplay possa chegar a 18 horas.

O jogo introduz mecânicas inovadoras, como o uso de mechas (Atlans) e o dragão Serrat, que adicionam variedade ao gameplay e enriquecem a experiência de exploração. Esses elementos não apenas diversificam o combate, mas também incentivam os jogadores a se aprofundarem no mundo do jogo e descobrirem todos os seus segredos.

Alcançando 100% de progresso

Para os completistas de plantão, alcançar 100% de progresso em “Doom The Dark Ages” é um desafio recompensador. Isso inclui não apenas completar a campanha principal e as atividades secundárias, mas também encontrar todos os segredos, desbloquear conquistas e explorar cada aspecto do jogo. Estima-se que, para atingir esse nível de completude, os jogadores possam investir cerca de 23 horas ou mais.

Doom: The Dark Ages / Crédito: id Software, Bethesda Softworks (divulgação)
Doom: The Dark Ages / Crédito: id Software, Bethesda Softworks (divulgação)

A personalização da dificuldade é outro destaque do jogo. Em vez de modos de dificuldade tradicionais, “Doom The Dark Ages” permite que os jogadores ajustem manualmente diversos parâmetros, como dano infligido, saúde dos inimigos e velocidade do jogo.

Essa flexibilidade permite que cada jogador crie uma experiência sob medida, aumentando a rejogabilidade e o desafio para aqueles que buscam dominar completamente o jogo.

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AGU muda de ideia e pede ao STF que derrube marco legal das bets

Redação Informe 360

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A Advocacia-Geral da União (AGU) mudou de posição sobre a regulamentação das apostas online e pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que declare inconstitucional o núcleo das leis que permitiram e disciplinaram a exploração das chamadas bets no Brasil.

A manifestação foi apresentada nesta sexta-feira (2) em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) relatada pelo ministro Luiz Fux. A mudança ocorre uma semana depois de o governo editar uma medida provisória que proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o território nacional.

Em manifestação anterior, apresentada em outra ação sobre o tema, a AGU havia defendido que a legislação era “ainda constitucional, sujeita a processo de progressiva inconstitucionalização”. Na ocasião, o órgão argumentou que a regulamentação era recente e que seus efeitos ainda precisavam ser acompanhados.

Agora, a Advocacia-Geral afirma que o período de monitoramento mostrou que as medidas adotadas pelo Executivo não foram suficientes para corrigir as fragilidades do modelo.

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Segundo a nova manifestação, os indicadores disponíveis apontam para a persistência e o agravamento de danos que a legislação deveria evitar. Entre os problemas citados estão impactos sobre a saúde pública, o endividamento das famílias, a proteção dos consumidores e a utilização das plataformas de apostas para lavagem de dinheiro e outras atividades ilícitas.

Impactos sobre saúde e famílias

  • A AGU cita informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social sobre os efeitos das apostas;
  • “Informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam impactos sobre insegurança alimentar, endividamento e vulnerabilidade, além da fragilização de vínculos familiares e sociais”, afirma o documento;
  • A manifestação também menciona crescimento de 140% nos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) relacionados ao jogo patológico e à mania de jogos e apostas entre 2018 e 2025;
  • Outro dado citado pelo órgão é uma estimativa de que as apostas tenham retirado aproximadamente R$ 62,5 bilhões dos orçamentos familiares em 2025;
  • Ao final da manifestação, a AGU pede que o STF declare inconstitucionais os dispositivos das leis de 2018 e 2023 que formam a base jurídica da exploração das apostas de quota fixa no país.
Fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), em Brasília, com a estátua da Justiça em primeiro plano
AGU cita informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social sobre os efeitos das apostas em sua solicitação ao STF – Imagem: Patricia dos Santos / Shutterstock

Quais leis estão em discussão

A manifestação questiona dispositivos de duas leis federais que estruturaram o mercado de apostas de quota fixa. A primeira é a Lei nº 13.756/2018, aprovada pelo Congresso e sancionada durante o governo de Michel Temer. A norma criou a modalidade de aposta de quota fixa no Brasil.

A AGU pede que sejam declarados inconstitucionais os artigos 29 a 35 da legislação, responsáveis por instituir a modalidade e estabelecer regras relacionadas à sua exploração.

A segunda é a Lei nº 14.790/2023, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A norma regulamentou o setor, estabelecendo regras para autorização das empresas, funcionamento das plataformas, publicidade, direitos dos apostadores, prevenção à lavagem de dinheiro e mecanismos de jogo responsável.

Na avaliação atual da AGU, porém, esse conjunto de regras não criou salvaguardas suficientes para conter os riscos associados às apostas.

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O órgão afirma que, mesmo depois das medidas complementares adotadas pelo Executivo a partir de 2024, permaneceram problemas relacionados à saúde, ao endividamento das famílias, à publicidade e ao mercado clandestino.

Leia mais:

  • Fim das Bets e do ‘Jogo do Tigrinho’: veja o que fazer agora
  • Pix: transações caem 10% após proibição de bets
  • Fim das bets: governo quer bloqueio de 5,2 mil sites de apostas ilegais

Pedido é diferente da ação contra a proibição das bets

A manifestação da AGU ocorre em ação que discute a própria base legal das apostas de quota fixa e é diferente dos processos que questionam diretamente a medida provisória editada pelo governo na semana passada. A MP proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o país.

Entidades do setor também recorreram ao STF contra a medida provisória. A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) pediram a suspensão da proibição.

Segundo a AGU, o órgão ainda apresentará uma manifestação específica nessas ações quando for formalmente intimado.

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Confira o Olhar Digital News na íntegra (01/10/2026)

Redação Informe 360

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Veja os destaques do Olhar Digital News desta quinta-feira (01/10).

Aconteceu de novo: agentes de IA tentaram invadir site do governo do Canadá

A empresa de pesquisa em inteligência artificial Transluce revelou que agentes de IA tentaram acessar um site ligado ao governo do Canadá. As investidas ocorreram em 28 de maio e 9 de junho, sem indicação de que os sistemas públicos tenham sido comprometidos.

Redes sociais são vistas como ameaça à democracia, revela pesquisa

Um número crescente de pessoas acredita que as redes sociais manipulam e dividem a população. É o que revela uma pesquisa do Pew Research Center divulgada nesta quinta-feira (01). Segundo o levantamento, cidadãos de países mais ricos tendem a ter uma percepção pior das plataformas.

SpaceX lança chips de IA do Google em teste para futuros data centers espaciais

A SpaceX lançou, nesta quinta-feira (01), um protótipo de satélite equipado com chips de inteligência artificial do Google. O dispositivo foi enviado à órbita a bordo de um foguete Falcon 9 durante a missão Transporter-18, realizada a partir da Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia.

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NASA e SpaceX lançam astronautas à Estação Espacial Internacional

A NASA e a SpaceX lançaram nesta quinta-feira (01) a missão Crew-13. Com destino à Estação Espacial Internacional, ela decolou da Estação da Força Espacial de Cabo Canaveral, na Flórida, por volta de 12h11, pelo horário de Brasília.

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Eleições: posso perguntar para a IA em que votar?

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Em meio a planos de governo extensos, sabatinas diárias e um volume avassalador de propagandas políticas, a tentação de buscar um atalho é grande. Para a parcela de indecisos que costuma deixar a escolha para a reta final, o celular oferece uma consulta rápida e tentadora: pedir uma indicação direta aos assistentes virtuais de Inteligência Artificial.

Mas o que esses chatbots de IA realmente podem responder nessas horas? O Olhar Digital News desta quarta-feira (30) convidou Ricardo Souza, advogado especialista em direito digital, para analisar o que pode e o que não pode.

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