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5 tablets bons e baratos para comprar em 2025

Você está em busca de um tablet para estudar, trabalhar ou até mesmo jogar, mas tem achado os modelos caros? Para ajudar você a encontrar o equipamento ideal conforme suas necessidades, o Olhar Digital preparou uma lista com 5 opções boas e baratas para comprar em 2025. Continue a leitura e confira as melhores opções disponíveis.
Os 5 melhores tablets para comprar sem gastar muito
Os equipamentos listados abaixo possuem preços entre R$ 900 e R$ 2.000. Além disso, eles são voltados para tarefas do dia a dia, ou seja, não são indicados para trabalhos pesados, como edição de vídeos e jogos que exigem um alto desempenho do equipamento.
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1 – Redmi Pad SE 2024
Versão atualizada do tablet lançado pela Xiaomi em 2023, o Redmi Pad SE 2024 é uma opção bem interessante por conta de seu preço mais baixo. Porém, ele deve ser utilizado para tarefas simples do dia a dia.

Isso porque é equipado com o processador Helio G85, da MediaTek, um chipset de oito núcleos capaz de chegar a velocidade de 2,0 GHz. Porém, seu processo de fabricação de 12 nanômetros (nm) o torna inferior aos chips mais atuais quando o assunto é eficiência energética. Entretanto, a empresa diz que o componente entrega um bom desempenho para jogos.
A tela do dispositivo é de 8,7 polegadas, com uma resolução de 1340 x 800 pixels e taxa de atualização de 90 Hz e brilho máximo de 600 nits. Suas câmeras também são simples, pois têm 8 MP na traseira e 5 MP na parte frontal do equipamento. Em relação ao armazenamento, as opções são 4 GB e 6 GB de RAM, além do armazenamento interno de 64 GB ou 128 GB.
A bateria deste tablet da Xiaomi possui 6.550 mAh, o que, conforme informações da marca, proporciona até 163,8 horas de reprodução contínua de música, 25,2 horas de vídeos e 34,2 horas de leitura.
Você pode comprar este tablet por cerca de R$ 900 na Amazon.
2 – Redmi Pad
O Redmi Pad, que foi lançado em outubro de 2022, conta com uma tela IPS LCD de 10,61 polegadas e 2k de resolução (2000 x 1200 pixels), além de 90 Hz de taxa de atualização, proporcionando imagens nítidas para pessoas que desejam apenas jogar games leves, por exemplo.

Ele também é um ótimo aparelho para usuários que desejam realizar tarefas do dia a dia, sendo excelente para exibir filmes. Porém, é importante salientar que ele não tem suporte para canetas. Suas câmeras têm poucas diferenças em relação ao modelo anterior, já que possuem 8 MP na lente frontal e na traseira.
O processador é o mesmo do tablet da Samsung, ou seja, o octa-core Helio G99 MediaTek. Há opções com 3 GB, 4 GB ou 6 GB de RAM. Já em relação ao armazenamento interno as alternativas são 64 GB ou 128 GB. A bateria dele é de 8.000 mAh, o que, segundo a marca, pode dar uma autonomia de 26 horas de leitura sem parar ou até 12 horas com jogos.
O aparelho vem com o Android 12 instalado, mas pode ser atualizado até a versão 14.
Você pode comprar este tablet por cerca de R$ 1.200 na Amazon.
3 – Galaxy Tab A9+

Este aparelho da Samsung conta com uma tela de 11 polegadas, com uma taxa de atualização que pode chegar a 90 Hz, resolução WUXGA (1920 x 1200 pixels). O display tem a tecnologia TFT LCD que proporciona bons ângulos de visão. Suas câmeras tem 8 MP na parte traseira e 5 MP na frontal.
O processador do dispositivo é o Snapdragon 695 5G, da Qualcomm, capaz de chegar a velocidade de 2,2 GHz. De acordo com a Samsung, este tablet entrega um ótimo desempenho para a realização de atividades do cotidiano.
O tablet tem 4 GB de memória RAM e 64 GB de armazenamento interno. Porém, ele tem um slot para cartão de memória, podendo expandir o armazenamento em até 1 TB por meio de microSD.
A bateria tem 7.040 mAh de capacidade. A marca não especificou a autonomia do componente. Porém, ela garantiu que é possível fazer um uso prolongado deste Galaxy Tab, sem precisar ficar recarregando-o constantemente.
Você pode comprar este tablet por cerca de R$ 1.220 na Amazon.
4 – Lenovo Tab K11

Com tela de 11 polegadas, a qual entrega uma resolução de 2000 x 1200 pixels e tecnologia IPS para proporcionar cores mais vivas às imagens e melhorar os ângulos de visão, esse tablet da Lenovo é uma excelente alternativa para quem busca um equipamento para leitura, anotações e estudos.
O dispositivo também possui 128 GB de armazenamento que pode ser expandido, além de 4 GB de RAM junto com o processador octa-core MediaTek G88 que permite rodar jogos suaves, reproduzir conteúdos de streamings de forma fluída e realizar outras tarefas do cotidiano.
O aparelho tem câmera frontal e traseira de 8 MP. Já a bateria é de 7500 mAh, o que proporciona de 10 a 12 horas de uso contínuo.
Você pode comprar este tablet por cerca de R$ 1.900 na Amazon.
5 – Galaxy Tab S6 Lite
Se você quer ter um tablet para uso casual, o modelo Galaxy Tab S6 Lite de 2024 é uma ótima opção. Isso porque ele tem o processador Exynos 1280, que tem velocidade de 2,4 GHz e permite ao usuário assistir vídeos, ler e jogar games que sejam básicos sem o estresse de travamentos.

Além disso, o dispositivo tem uma tela de 10,4 polegadas, com resolução de 1200 x 2000 pixels, armazenamento interno com opções de 64 GB e 128 GB, além de 4 GB de RAM. Sua bateria é de 7.040 mAh, capaz de durar até 14 horas com reprodução de vídeos de forma intermitente. Sua câmera principal tem 8 MP, já a frontal é de 5 MP.
Você pode comprar este tablet por cerca de R$ 1.800 na Amazon.
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AGU muda de ideia e pede ao STF que derrube marco legal das bets

A Advocacia-Geral da União (AGU) mudou de posição sobre a regulamentação das apostas online e pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) que declare inconstitucional o núcleo das leis que permitiram e disciplinaram a exploração das chamadas bets no Brasil.
A manifestação foi apresentada nesta sexta-feira (2) em Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) relatada pelo ministro Luiz Fux. A mudança ocorre uma semana depois de o governo editar uma medida provisória que proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o território nacional.
Em manifestação anterior, apresentada em outra ação sobre o tema, a AGU havia defendido que a legislação era “ainda constitucional, sujeita a processo de progressiva inconstitucionalização”. Na ocasião, o órgão argumentou que a regulamentação era recente e que seus efeitos ainda precisavam ser acompanhados.
Agora, a Advocacia-Geral afirma que o período de monitoramento mostrou que as medidas adotadas pelo Executivo não foram suficientes para corrigir as fragilidades do modelo.
Segundo a nova manifestação, os indicadores disponíveis apontam para a persistência e o agravamento de danos que a legislação deveria evitar. Entre os problemas citados estão impactos sobre a saúde pública, o endividamento das famílias, a proteção dos consumidores e a utilização das plataformas de apostas para lavagem de dinheiro e outras atividades ilícitas.
Impactos sobre saúde e famílias
- A AGU cita informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social sobre os efeitos das apostas;
- “Informações apresentadas pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social apontam impactos sobre insegurança alimentar, endividamento e vulnerabilidade, além da fragilização de vínculos familiares e sociais”, afirma o documento;
- A manifestação também menciona crescimento de 140% nos atendimentos do Sistema Único de Saúde (SUS) relacionados ao jogo patológico e à mania de jogos e apostas entre 2018 e 2025;
- Outro dado citado pelo órgão é uma estimativa de que as apostas tenham retirado aproximadamente R$ 62,5 bilhões dos orçamentos familiares em 2025;
- Ao final da manifestação, a AGU pede que o STF declare inconstitucionais os dispositivos das leis de 2018 e 2023 que formam a base jurídica da exploração das apostas de quota fixa no país.

Quais leis estão em discussão
A manifestação questiona dispositivos de duas leis federais que estruturaram o mercado de apostas de quota fixa. A primeira é a Lei nº 13.756/2018, aprovada pelo Congresso e sancionada durante o governo de Michel Temer. A norma criou a modalidade de aposta de quota fixa no Brasil.
A AGU pede que sejam declarados inconstitucionais os artigos 29 a 35 da legislação, responsáveis por instituir a modalidade e estabelecer regras relacionadas à sua exploração.
A segunda é a Lei nº 14.790/2023, aprovada pelo Congresso e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A norma regulamentou o setor, estabelecendo regras para autorização das empresas, funcionamento das plataformas, publicidade, direitos dos apostadores, prevenção à lavagem de dinheiro e mecanismos de jogo responsável.
Na avaliação atual da AGU, porém, esse conjunto de regras não criou salvaguardas suficientes para conter os riscos associados às apostas.
O órgão afirma que, mesmo depois das medidas complementares adotadas pelo Executivo a partir de 2024, permaneceram problemas relacionados à saúde, ao endividamento das famílias, à publicidade e ao mercado clandestino.
Leia mais:
- Fim das Bets e do ‘Jogo do Tigrinho’: veja o que fazer agora
- Pix: transações caem 10% após proibição de bets
- Fim das bets: governo quer bloqueio de 5,2 mil sites de apostas ilegais
Pedido é diferente da ação contra a proibição das bets
A manifestação da AGU ocorre em ação que discute a própria base legal das apostas de quota fixa e é diferente dos processos que questionam diretamente a medida provisória editada pelo governo na semana passada. A MP proibiu a exploração, a oferta e a publicidade das apostas de quota fixa em todo o país.
Entidades do setor também recorreram ao STF contra a medida provisória. A Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e o Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) pediram a suspensão da proibição.
Segundo a AGU, o órgão ainda apresentará uma manifestação específica nessas ações quando for formalmente intimado.
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Confira o Olhar Digital News na íntegra (01/10/2026)
Veja os destaques do Olhar Digital News desta quinta-feira (01/10).
Aconteceu de novo: agentes de IA tentaram invadir site do governo do Canadá
A empresa de pesquisa em inteligência artificial Transluce revelou que agentes de IA tentaram acessar um site ligado ao governo do Canadá. As investidas ocorreram em 28 de maio e 9 de junho, sem indicação de que os sistemas públicos tenham sido comprometidos.
Redes sociais são vistas como ameaça à democracia, revela pesquisa
Um número crescente de pessoas acredita que as redes sociais manipulam e dividem a população. É o que revela uma pesquisa do Pew Research Center divulgada nesta quinta-feira (01). Segundo o levantamento, cidadãos de países mais ricos tendem a ter uma percepção pior das plataformas.
SpaceX lança chips de IA do Google em teste para futuros data centers espaciais
A SpaceX lançou, nesta quinta-feira (01), um protótipo de satélite equipado com chips de inteligência artificial do Google. O dispositivo foi enviado à órbita a bordo de um foguete Falcon 9 durante a missão Transporter-18, realizada a partir da Base da Força Espacial de Vandenberg, na Califórnia.
NASA e SpaceX lançam astronautas à Estação Espacial Internacional
A NASA e a SpaceX lançaram nesta quinta-feira (01) a missão Crew-13. Com destino à Estação Espacial Internacional, ela decolou da Estação da Força Espacial de Cabo Canaveral, na Flórida, por volta de 12h11, pelo horário de Brasília.
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Eleições: posso perguntar para a IA em que votar?
Em meio a planos de governo extensos, sabatinas diárias e um volume avassalador de propagandas políticas, a tentação de buscar um atalho é grande. Para a parcela de indecisos que costuma deixar a escolha para a reta final, o celular oferece uma consulta rápida e tentadora: pedir uma indicação direta aos assistentes virtuais de Inteligência Artificial.
Mas o que esses chatbots de IA realmente podem responder nessas horas? O Olhar Digital News desta quarta-feira (30) convidou Ricardo Souza, advogado especialista em direito digital, para analisar o que pode e o que não pode.
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