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Negócios

5 prompts do ChatGPT para construir autoridade

Redação Informe 360

Publicado

no

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Para se destacar em um mercado de trabalho cada vez mais competitivo, uma marca pessoal forte é imprescindível. No entanto, construir autoridade não significa falar mais alto, fingir ser um especialista ou inventar títulos pomposos. Trata-se de construir um posicionamento estratégico para o seu campo de atuação.

Para elevar sua marca pessoal, construir autoridade e conquistar reconhecimento, copie, cole e edite os prompts a seguir no ChatGPT — e mantenha a mesma janela de chat aberta para que o contexto seja mantido.

1. Descubra seu diferencial

Sua perspectiva profissional é sua arma secreta. Se as pessoas quisessem conteúdo genérico, não acompanhariam especialistas e porta-vozes. Então, não se misture. Encontre o que te diferencia dos demais e amplifique isso para construir uma marca pessoal inconfundível.

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Para isso, use o seguinte prompt:

“Trabalho com [sua indústria/campo] e minha expertise está em [suas habilidades específicas]. Ajude-me a identificar um ângulo único para minha marca pessoal, algo que me diferencie dos outros em meu nicho. Considere combinações não convencionais para as minhas habilidades, experiências ou perspectivas. Forneça 10 ‘diferenciais de marca’ potenciais que me posicionem como uma liderança. Para cada um, explique como ele poderia me diferenciar e atrair meu público-alvo.”

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2. Crie uma metodologia exclusiva para o seu trabalho

Ter um sistema próprio é sinônimo de autoridade. E, para isso, basta capturar seus métodos, processos e maneiras de explicar tópicos complexos e documentá-los. Desta maneira, seu conhecimento estará “encapsulado” e poderá atuar como seu cartão de visitas.

Para isso, use o seguinte prompt:

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“Com base em minha experiência em [seu campo] e minha abordagem única para [aspecto específico do seu trabalho], ajude-me a desenvolver um sistema de trabalho exclusivo. Este framework deve ter de 3 a 5 componentes principais, ser fácil de lembrar e mostrar meu pensamento inovador. Sugira 5 nomes potenciais para este sistema e descreva os elementos principais de cada versão.”

3. Aplique estratégias para chamar a atenção do público

Em vez de correr atrás de oportunidades, torne-se o líder fascinante que os outros querem seguir. Aprenda a ser magnético, canalizando os métodos de outros líderes, para criar uma marca pessoal que atraia seu público-alvo de forma natural.

Para isso, use o seguinte prompt:

“Imagine que eu sou a maior referência em [sua indústria]. Sua tarefa é fazer engenharia reversa de como eu posso chegar lá. Meu objetivo é criar uma marca pessoal tão convincente que meu público-alvo venha naturalmente até mim. Sugira 5 maneiras não convencionais de demonstrar minha expertise e carisma para o meu campo. Esses métodos devem ser ousados, certeiros e impossíveis de ignorar.”

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4. Conte sua história de vida

Todo super-herói tem uma história de origem, e você também deveria ter. Boas histórias são memoráveis e compartilhadas. Pessoas falando sobre você de maneira positiva é um bom sinal para sua marca pessoal e negócios. Você sabe que sua jornada é única e fascinante, então, transforme-a em uma narrativa que cative seu público e consolide sua autoridade.

Para isso, use o seguinte prompt:

“Ajude-me a construir uma história de origem que contribua para minha marca pessoal. Aqui estão os elementos-chave de minha jornada profissional: [liste 3-5 momentos ou experiências cruciais]. Crie um arco narrativo que destaque minha transformação em um especialista em [seu campo]. A história deve ser autêntica, emocionalmente ressonante e ilustrar claramente por que estou particularmente qualificado para ajudar meu público. Forneça 3 versões diferentes – uma inspiradora, uma focada em superar adversidades e uma não convencional ou surpreendente.”

5. Demonstre conhecimento

Não pare na marca pessoal. Posicione-se como um oráculo onisciente do seu campo. Poucas pessoas acertam nisso, mas aquelas que conseguem levam seu jogo para o próximo nível.

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Para isso, use o seguinte prompt:

“Quero elevar minha marca pessoal ao status de ‘oráculo’ em [sua indústria]. Primeiro, faça-me perguntas para aprender mais sobre meu trabalho. Depois disso, ajude-me a desenvolver uma estratégia para me posicionar como uma fonte de referência para insights em meu campo. Sugira 5 maneiras únicas e chamativas para que eu consiga demonstrar meu conhecimento e reforçar minha imagem como um ‘oráculo’ da indústria.”

Escolhas do editor

Jodie Cook é colaboradora da Forbes EUA. A empreendedora escreve sobre ferramentas de IA para empreendedores e coaches.

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Negócios

O Que É a Empresa do Século 21?

Redação Informe 360

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no

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O título do livro “A Corporação no Século 21“, de John Kay, é uma alusão – talvez uma provocação – a uma das obras mais influentes de gestão, “A Corporação e o Século 20“. Se ali o economista americano Richard Langlois traçava a transformação da organização comandada por empresários para a organização liderada por executivos profissionais, o também economista (porém britânico) John Kay agora narra uma mudança muito, mas muito mais radical.

Questiona, inclusive, se faz sentido dizer que vivemos em um sistema capitalista. Porque o capital perdeu a importância. “Mesmo investidores sofisticados examinam o Roce [Retorno sobre o Capital Empregado]”, escreve, embora o retorno tenha “tanta conexão com o capital quanto com a quantidade de água utilizada ou o número de reuniões realizadas”, afirma. Vivemos, considera, a era do capital as a service – empregado apenas na medida em que é necessário.

O poder do acionista é outra balela, segundo ele. O acionista de uma multinacional não tem nenhum controle sobre o que é feito da empresa. Até os dividendos que recebe, se os receber, são definidos pelos diretores.

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Em especial, Kay ataca a noção de empresa como uma teia de contratos – visão clássica, estabelecida pelo também britânico Ronald Coase, que levou um Prêmio Nobel por sua teoria. A questão é que a ideia de um conjunto de contratos se opõe à própria qualificação de uma empresa como pessoa jurídica. Afinal, ela tem uma personalidade ou não?

Maximizar o lucro, um mantra dos anos 1970 que vem caindo em desuso, nunca foi uma teoria sólida, acredita o autor. Qual lucro, afinal? O de curtíssimo prazo? Em detrimento de ações que preservem a empresa no futuro?

Para ele, a missão de uma corporação é promover o “florescimento de seus múltiplos stakeholders”. Porque a empresa não é uma combinação de relações transacionais, e sim uma construção de relações sociais, entre seus integrantes e com o mundo à sua volta. As implicações dessa visão para o funcionamento da empresa… isso fica para um prometido próximo volume.

*Reportagem publicada na edição 145 da revista Forbes, em setembro de 2026.

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Negócios

Amazon MGM Studios Anuncia Head de Theatrical Marketing no Brasil

Redação Informe 360

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O Amazon MGM Studios anunciou Roberta Fraissat como Head de Theatrical Marketing, responsável por liderar as estratégias de marketing dos lançamentos da companhia nos cinemas brasileiros.

Mais recentemente, Roberta atuou como diretora de marketing para a América Latina e Head de Marketing para o Brasil na Crunchyroll.

A executiva passou a maior parte da carreira na The Walt Disney Company, onde ingressou como coordenadora de desenvolvimento de produto em 1999. Saiu de lá em 2023 como diretora de marketing. Nesse período, esteve envolvida em campanhas de produções como “Vingadores”, “Star Wars”, “Toy Story”, “O Rei Leão”, “Carros” e “Alice no País das Maravilhas”.

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É formada em negócios pela Faap (Fundação Armando Alvares Penteado) e tem MBA pela FIA Business School.

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Negócios

Chef de Cave: um dos Cargos Mais Complexos do Vinho, Explicado por um dos Grandes Nomes de Champagne

Redação Informe 360

Publicado

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Em Champagne, algumas das decisões mais importantes de uma garrafa são tomadas anos antes de ela chegar à mesa. Quando colher, quais vinhos separar, quanto reservar de safras anteriores, se haverá fermentação malolática, por quanto tempo envelhecer e, em determinados anos, se aquela colheita merece ou não virar um vintage. No centro dessas escolhas está o chef de cave.

Dominique Demarville conhece bem o peso do cargo. Com mais de duas décadas em posições de comando em algumas das principais casas de Champagne, tornou-se um dos nomes mais respeitados da área. Aos 31 anos, chegou a ser o mais jovem profissional a assumir a função em uma grande maison. Passou pela Veuve Clicquot, onde ocupar o posto costuma significar construir uma carreira longa dentro da própria casa, mas escolheu outro caminho: em 2021 assumiu as caves e a direção-geral da Lallier, uma operação de menor escala.

A mudança ajuda a explicar a maneira como Demarville enxerga a profissão. Para ele, o chef de cave está para o Champagne assim como um chef está para a cozinha. “Você pode entregar os mesmos ingredientes a dois chefs e eles vão criar coisas diferentes. No Champagne é exatamente igual”, afirmou Demarville à Forbes Brasil, em sua primeira entrevista à imprensa brasileira desde 2018.

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As uvas disponíveis são semelhantes, assim como o território e as condições de uma determinada safra. A diferença está em como cada profissional interpreta esse material.

“O blend é a verdadeira criatividade do chef de cave”, diz. A escolha do momento da colheita, a condução das fermentações e o envelhecimento entram no conjunto de ferramentas que define o resultado. Mas há uma limitação importante à autoria. Diferentemente de um chef de restaurante, que pode mudar completamente a própria cozinha, o responsável por uma maison herda também uma identidade.

“É a nossa criatividade, mas, ao mesmo tempo, precisamos respeitar o estilo da casa”, afirma. A tarefa inclui preservar esse código e, um dia, transmiti-lo ao sucessor.

Decisões que levam anos

Poucas escolhas representam tão bem a responsabilidade do cargo quanto declarar uma safra vintage, em que a garrafa tem o espumanete de apenas um ano específico. Demarville diz que é uma das decisões mais difíceis de sua carreira. Não acontece depois de uma única degustação. Pode levar aproximadamente um ano e envolve avaliar toda a estação, a colheita, os vinhos produzidos e, principalmente, antecipar como aquele Champagne poderá evoluir depois de sete, oito ou nove anos de envelhecimento.

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E ele evita decidir sozinho. “Eu nunca degusto sozinho e não tomo sozinho a decisão de fazer um vintage. É uma decisão de equipe”, afirma. Depois de tomada, porém, a escolha deixa de ser discutida. “A decisão foi tomada. Vamos até o fim.”

Essa lógica se estende à forma como lidera. Para Demarville, “a pior decisão é aquela que não tomamos”. Em situações difíceis, defende transparência e contato direto com a equipe — não e-mail, mensagem ou videoconferência.

“Quando a decisão não é fácil, você precisa olhar as pessoas nos olhos.”

Dominique Demarville

O clima também mudou o trabalho

A função de chef de cave ganhou uma nova camada com as mudanças climáticas. Quando Demarville começou a trabalhar, no início dos anos 1990, a análise se concentrava principalmente no açúcar e na acidez das uvas. Hoje, os produtores também observam a maturação fenólica, porque o ciclo das plantas se acelerou.

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Segundo ele, no passado a colheita em Champagne acontecia aproximadamente 95 a 100 dias depois da floração. Agora, esse intervalo caiu para algo entre 75 e 80 dias.

Isso obriga o chef de cave a adaptar técnicas sem simplesmente alterar o perfil do vinho. Uma das possibilidades é evitar, em determinados casos, a fermentação malolática para conservar mais acidez e frescor. Novas variedades e formas de trabalhar os vinhedos também entram nessa equação.

DivulgaçãoLallier Brut Rosé.

Champagne além do brinde

É nesse contexto que a Lallier funciona como pano de fundo da nova fase de Demarville. A maison, fundada há mais de um século e controlada em 80% pelo Grupo Campari desde 2020, começou a ampliar sua presença no Brasil há cerca de um ano com dois rótulos (brut e rosé) inicialmente posicionados na faixa de R$ 420 a R$ 520.

Demarville já esteve algumas vezes no país e diz enxergar duas características particularmente favoráveis ao Champagne: a cultura da celebração e a relação dos brasileiros com a gastronomia.

Para ele, porém, o desafio é fazer a bebida sair apenas do brinde e ocupar também a mesa. Nesse caso, até a maneira de servir muda: em vez da taça estreita e da temperatura mais baixa típica das comemorações, ele recomenda uma taça mais aberta e alguns graus a mais para favorecer os aromas durante uma refeição.

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Depois de mais de 23 anos ocupando algumas das posições mais importantes de Champagne, Demarville continua descrevendo seu trabalho menos como o de alguém que segue uma receita e mais como o de quem interpreta um conjunto de elementos.

Ele compara o chef de cave também a um músico: duas pessoas podem tocar o mesmo instrumento e provocar emoções diferentes. No Champagne, talvez seja justamente aí que esteja o poder — e a responsabilidade — de quem assina uma garrafa.

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