Tecnologia
Como criar seu próprio boneco digital estilo Funko Pop com IA

Já nos acostumamos com muitas coisas geradas com inteligência artificial (IA), de imagens, vídeos e textos. Mesmo assim, sempre podemos nos surpreender; agora você também pode criar uma versão digital de si no estilo Funko Pop. Siga estas dicas e o passo a passo que o Olhar Digital listou para criar seu boneco no estilo Funko Pop usando o Microsoft Designer.
Leia mais:
- Artista brasileiro usa inteligência artificial para recriar rostos de personagens históricos e da cultura pop
- ‘Liga da Justiça’ de Zack Snyder ganha linha de bonecos da Funko
- The Flash: quais filmes você deveria assistir antes para entender melhor
O que é um boneco de Funko Pop?
Conhecidos mundialmente, os Funko Pops são uma verdadeira febre entre os fãs de cultura pop e colecionadores de action figures (bonecos colecionáveis). Essas miniaturas colecionáveis retratam personagens de filmes, séries e até personalidades do mundo do cinema ou da música. A cabeça grande e os traços caricatos estão entre as características mais marcantes desses bonecos.
Mike Becker⁴ fundou a Funko Inc., uma empresa americana que fabrica bonecos, em 1998. A empresa adquiriu muitos direitos de licenciamento desde então, permitindo a criação de milhares dessas estatuetas de vinil exclusivas. Os Funko Pops geralmente têm cerca de 9,5 cm de altura. No entanto, a marca também fabrica bonecos de diferentes tamanhos, incluindo 12 cm, 20 cm e até mesmo um formato superdimensionado de quase 50 cm.
Gerando seu Funko Pop no Microsoft Designer
O Microsoft Designer, além de possuir um site dedicado e versões para PC e celular, também está integrado a vários produtos da Microsoft, incluindo Windows Copilot, Bing Chat e Microsoft Edge.
- Abra o criador de imagens
Visite o Microsoft Designer pelo endereço https://www.bing.com/images/create. É importante lembrar de entrar com a sua conta da Microsoft para poder usar a ferramenta de geração de imagens.
- Clique na caixa de texto e comece a digitar
Ao clicar na caixa de texto, insira os comandos sobre como deseja que o seu Funko Pop personalizado digital tenha como aparência. Em seguida, clique em criar e aguarde o processo de produção automático do seu boneco digital Funko.

- Escolha das 4 versões a que mais lhe agrada
Após o processo de produção, o próprio sistema retornará como resposta 4 opções no prompt que escreveu. Agora, basta escolher entre essas a que mais lhe agrada e publicar em suas mídias sociais.

Curiosidades sobre a criação de Funko digitais pelo Microsoft Designer/ Criador de imagens
O Microsoft Designer oferece até quatro opções de imagens para sua escolha. Se nenhuma delas for do seu agrado, você pode reajustar a descrição da miniatura selecionando novamente a caixa de texto. Além disso, ao clicar em “Explore more examples”, a IA produzirá novos resultados com base na descrição atual.
O post Como criar seu próprio boneco digital estilo Funko Pop com IA apareceu primeiro em Olhar Digital.
Tecnologia
US$ 100 bilhões da Nvidia na OpenAI: CEO joga um balde de água fria no acordo

Conforme reportado pelo Olhar Digital, a OpenAI estaria em negociações para receber até US$ 100 bilhões em investimentos por parte de big techs como Nvidia, Microsoft e Amazon. No entanto, a gigante dos chips se mantém cautelosa com esse assunto.
Informações do The Wall Street Journal apontaram que o aporte da Nvidia na OpenAI para viabilizar o treinamento de novos modelos de inteligência artificial está estagnado. Segundo fontes próximas ao assunto, o CEO da empresa, Jensen Huang, começou a questionar a viabilidade e a execução da parceria.
Huang finalmente se pronunciou sobre o assunto, em declaração a repórteres em Taipei, capital de Taiwan. De acordo com a Bloomberg, o executivo afirmou que o investimento de US$ 100 bilhões “nunca foi um compromisso” e que a Nvidia está indo com calma.
Nunca foi um compromisso. Eles nos convidaram a investir até US$ 100 bilhões e, claro, ficamos muito felizes e honrados com o convite, mas investiremos um passo de cada vez.
Jensen Huang, CEO da Nvidia, segundo a Bloomberg

Negociação entre Nvidia e OpenAI está esfriando
A Nvidia assinou, em setembro do ano passado, uma carta na qual se mostrava disposta a apoiar financeiramente a OpenAI na expansão de sua infraestrutura de IA. O plano previa a construção de data centers com capacidade mínima de 10 gigawatts (volume equivalente ao pico de consumo elétrico da cidade de Nova York) equipados com chips avançados para o treinamento e a operação de modelos em larga escala.
Apesar do anúncio inicial ambicioso, o projeto enfrenta incertezas. Segundo o WSJ, Huang tem demonstrado preocupação com a capacidade da desenvolvedora de executar projetos dessa magnitude sem comprometer sua sustentabilidade financeira.
O esfriamento das negociações ocorre em um momento sensível para a OpenAI, que se prepara para uma eventual abertura de capital. Além das dúvidas sobre execução, o cenário competitivo também pesa: rivais como Google e Anthropic avançaram com modelos e agentes de IA apoiados por infraestrutura própria ou alternativas aos produtos da Nvidia, o que pressiona tanto a OpenAI quanto a fabricante de chips.
Ainda assim, as empresas seguem interdependentes. A OpenAI é uma das maiores clientes da Nvidia, enquanto a criadora do ChatGPT depende do hardware da companhia para escalar seus sistemas.
Em nota, um porta-voz da OpenAI afirmou que as equipes continuam trabalhando nos detalhes da parceria e que a tecnologia da Nvidia segue central para os próximos produtos. Já a Nvidia reforçou que a colaboração de longo prazo permanece como prioridade, embora o mercado agora observe com cautela se o plano bilionário, de fato, sairá do papel.
O post US$ 100 bilhões da Nvidia na OpenAI: CEO joga um balde de água fria no acordo apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
Cidade baiana vira destaque como “Vale do Silício” dos elétricos

A Bahia se posiciona como protagonista na nova era automotiva nacional, atraindo olhares globais para seu potencial industrial. Camaçari retomou seu posto de destaque e hoje é a referência principal na produção de carros elétricos em solo brasileiro. Essa movimentação econômica promete transformar a realidade local e impulsionar a tecnologia sustentável no país.
Qual cidade lidera a produção de carros elétricos?
Camaçari, na região metropolitana de Salvador, assumiu a liderança após a instalação de gigantes asiáticas em seu complexo industrial. De acordo com relatório da ABVE, os investimentos bilionários na antiga fábrica da Ford revitalizaram a economia da região e trouxeram esperança para milhares de trabalhadores.
A infraestrutura robusta da cidade permitiu uma adaptação rápida para as novas linhas de montagem focadas em eletrificação. Além disso, a localização estratégica facilita a logística de distribuição, consolidando o município como o coração da mobilidade verde no Brasil.
O fechamento da fábrica histórica deixou uma lacuna econômica e milhares de desempregados na região.
Anúncio oficial da compra do complexo e início das adaptações para a tecnologia elétrica.
Os primeiros veículos nacionais começam a ser montados, marcando a nova era.
Como a tecnologia impacta a economia local?
A implementação de sistemas avançados de manufatura exige uma mão de obra altamente qualificada e técnica. Portanto, escolas e universidades da região precisaram atualizar seus currículos para atender à demanda por profissionais especializados em mecatrônica e software automotivo.
O setor de serviços também sente o impacto positivo, desde a alimentação até o mercado imobiliário, que volta a aquecer com a chegada de novos moradores. Assim, o dinheiro circula com mais intensidade dentro do município, elevando o padrão de vida da população.
Quais são os benefícios da produção de carros elétricos?
A nacionalização da manufatura reduz drasticamente os custos de importação e logística, o que deve baratear o preço final dos veículos. Contudo, o ganho ambiental é o fator mais relevante, pois a cadeia produtiva local tende a utilizar matrizes energéticas mais limpas que a média global.
Outro ponto crucial é o desenvolvimento de uma cadeia de suprimentos nacional, incluindo baterias e semicondutores. Isso reduz a dependência externa e fortalece a soberania tecnológica do país em um setor estratégico.
| Aspecto | Modelo Importado | Modelo Nacional |
|---|---|---|
| Impostos | Altas taxas de importação | Incentivos fiscais locais |
| Peças | Reposição demorada | Estoque nacional ágil |
| Sustentabilidade | Frete marítimo poluente | Logística interna otimizada |
O que esperar do futuro automotivo no Brasil?
A tendência é que o sucesso de Camaçari inspire outros estados a oferecerem condições atrativas para novas montadoras de veículos sustentáveis. Dessa forma, o Brasil pode deixar de ser apenas um consumidor passivo para se tornar um exportador relevante de tecnologia limpa para a América Latina.
O consumidor final será o maior beneficiado, com acesso a carros mais modernos, eficientes e conectados. Por fim, a infraestrutura de recarga deve crescer exponencialmente para acompanhar a frota, mudando definitivamente a paisagem urbana das nossas cidades.
Leia mais:
- Carro BYD vale a pena? Veja pontos positivos e negativos de adquirir um veículo elétrico da marca.
- Não compre um carro elétrico antes de considerar estes 5 aspectos.
- O futuro é mesmo elétrico? Veja os planos de cada montadora no Brasil.
O post Cidade baiana vira destaque como “Vale do Silício” dos elétricos apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
Blue Origin pausa turismo espacial para focar em missões lunares

A Blue Origin, empresa aeroespacial fundada por Jeff Bezos, anunciou na sexta-feira (30) que vai suspender os voos do foguete New Shepard por pelo menos dois anos. A decisão tem como objetivo redirecionar recursos para contratos com a NASA ligados às próximas missões do programa Artemis, que pretende levar astronautas de volta à Lua.
O anúncio vem após o voo mais recente do New Shepard, realizado na semana passada, com seis passageiros a bordo. Até então, a empresa mantinha a operação regular do veículo suborbital, que desde 2021 levou turistas e celebridades ao limite do espaço. Agora, a prioridade passa a ser o desenvolvimento de sistemas de pouso lunar humano, considerados estratégicos dentro do cronograma da agência espacial americana.

New Shepard e o histórico de voos suborbitais
O New Shepard é um foguete reutilizável de pequeno porte que não entra em órbita. Em cada missão, uma cápsula no topo do veículo ultrapassa a altitude de 62 milhas (100 km), frequentemente apontada como o limite do espaço, antes de retornar ao solo com o auxílio de paraquedas. O propulsor, por sua vez, faz um pouso controlado em uma plataforma usando suas aletas e o motor principal.
Desde o primeiro voo tripulado, em 2021, que contou com a presença de Jeff Bezos entre os quatro passageiros, o foguete realizou 38 lançamentos a partir da base da empresa no oeste do Texas. Entre os viajantes estiveram nomes como William Shatner, Michael Strahan e Katy Perry, além de figuras históricas da era inicial da exploração espacial, como Wally Funk e Edward Dwight.
De acordo com a empresa, o sistema já levou 98 passageiros acima da linha de Kármán, alguns deles em mais de uma viagem. O New Shepard também transportou mais de 200 cargas científicas e de pesquisa de estudantes, universidades, organizações e da própria NASA. Apesar da pausa, a Blue Origin afirma que existe uma fila de clientes com reservas para os próximos anos.
Foco nos contratos da NASA e no programa Artemis
Fundada em 2000, a Blue Origin mantém um contrato de US$ 3,4 bilhões com a NASA para desenvolver módulos de pouso que vão integrar o programa Artemis. Inicialmente, o primeiro veículo da empresa seria utilizado na missão Artemis V, prevista para a década de 2030. No entanto, atrasos enfrentados pela SpaceX, responsável pelos sistemas das missões Artemis III e IV, levaram a NASA a pedir que as duas companhias avaliem caminhos para acelerar o desenvolvimento.

Leia mais:
- Bezos, Musk, Zuckerberg e mais: quais celulares os empresários utilizam?
- Onde termina a Terra e começa o espaço?
- Quais as principais potências espaciais em 2025?
Em entrevista nesta semana, o administrador da agência, Jared Isaacman, afirmou que os dois projetos de aceleração seguem em paralelo. O presidente dos EUA, Donald Trump, estabeleceu como meta que a missão Artemis III seja lançada até o fim de 2028.
A receita obtida com o turismo suborbital do New Shepard é considerada pequena diante do valor do contrato lunar. A Blue Origin nunca divulgou oficialmente o preço das passagens. Além disso, o foguete também serviu como base para tecnologias usadas no maior veículo da empresa, o New Glenn, cujo propulsor foi recuperado com sucesso em uma balsa flutuante no ano passado, após o lançamento de uma missão científica da NASA em direção a Marte.
O post Blue Origin pausa turismo espacial para focar em missões lunares apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico

Saúde1 semana atrásFones Bluetooth causam nódulos na tireoide? O que a ciência realmente diz

Tecnologia1 semana atrásSUV elétrico ou híbrido plug-in? Entenda o que muda na prática ao dirigir

Tecnologia1 semana atrásO que uma impressora 3D consegue produzir em cinco dias rodando sem parar

Saúde1 semana atrásComo bactérias na boca podem indicar risco de obesidade

Negócios1 semana atrásDavos 2026: Insights sobre Liderança Feminina e Futuro do Trabalho no Centro da Agenda Global
- Negócios1 semana atrás
8 Hábitos para Fortalecer o Cérebro e Impulsionar a Carreira
Tecnologia1 semana atrásGmail, Instagram e gov.br: pesquisador encontra 149 milhões de senhas expostas

Tecnologia7 dias atrásCaso histórico avalia se Meta, TikTok e YouTube causam vício em jovens


























